
julho 2012 Archives

A pedido da Ourearte, publicamos o seu historial.
Historial
A Ourearte, Escola de Música e Artes de Ourém, resultou de uma união de Associações: a Sociedade Filarmónica Gualdim Pais de Tomar e as três Bandas Filarmónicas do Concelho - Associação Filarmónica 1º de Dezembro, Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres, Sociedade Filarmónica Ouriense e a Academia de Música da Banda de Ourém, as duas primeiras com mais de cem anos de existência e a última com estatuto de Utilidade Pública - que pelo trabalho desenvolvido em prol da música e do associativismo, entenderam associar-se para poderem proporcionar aos seus executantes, e à população oureense em geral, condições para a aprendizagem da música de acordo com os padrões reconhecidos e supervisionados pelo Ministério da Educação.
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o Pedro Gonçalves está de volta à blogosfera com um novo blogue dedicado as suas imagens. aqui ficam algumas das muitas que por lá podem encontrar.
o mercado:
o mercado:
Faleceu, no passado dia 22 de Junho, Carlos Manuel Oliveira Ramos, arquiteto português e autor de duas importantes obras arquitetónicas do século XX na cidade de Ourém: A Casas dos Magistrados, na Rua Dr. Carlos Faria de Almeida, e a Estação de Autocarros de Ourém. Ambas as obras encontram-se referenciadas no Inquérito à Arquitectura Portuguesa do Século XX, onde constam mais 7 obras inventariadas no concelho (ficha #1, ficha #2 e a listagem completa).
No seguimento da nota informativa que dá conta do seu falecimento, a Ordem dos Arquitectos faz um breve resumo do seu percurso profissional:
No seguimento da nota informativa que dá conta do seu falecimento, a Ordem dos Arquitectos faz um breve resumo do seu percurso profissional:
Nascido em Oeiras, diplomou-se na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa em 1947, após ter já trabalhado em Espanha no Instituto de la Vivienda (1944-47). Do seu curso faziam parte Nuno Teotónio Pereira, Manuel Tainha, Vítor Palla, Costa Martins, Manuel Alzina Menezes, Coutinho Raposo, Garizo do Carmo, Luís Nobre Guedes, Blasco Gonçalves e Manolo Potier.
Era filho de mestre Carlos Ramos (1897-1969) com quem colaborou profissionalmente, nomeadamente na reconfiguração da Praça Marquês de Pombal em Lisboa e no edifício dos CTT na Avenida dos Aliados no Porto. Foi assistente de mestre Cristino da Silva na ESBAL.
Trabalhou com Francisco Keil do Amaral e Manuel Tainha nos projectos do Palácio da Cidade de Lisboa para o Parque Eduardo VII, assim como com Manuel Alzina de Meneses em projectos para Ílhavo. Recebeu, em 1958, o Prémio Valmor pelo Edifício do Laboratório Pasteur nos Olivais e, com António Teixeira Guerra, foi autor do edifício para a sede da Diamang (actual RTP, 1960) nos Olivais.
Em co-autoria com Jorge Viana, desenha o Estádio do Restelo (Lisboa, 1952-56) para o Clube de Futebol "Os Belenenses", publicado, em 1952, na revista Arquitectura. O estádio constitui uma das suas obras mais emblemáticas pela apurada concepção estrutural associada à exemplar inserção paisagística, formando um encaixe topográfico aberto ao Tejo.
No decurso da sessão da assembleia municipal realizada quinta-feira passada o presidente da câmara municipal chamou animal a alguém «que escreve nos blogs à noite» e não se sabe bem mais o quê. De imediato sobressai a miséria moral expressa através de tal comportamento, porque demonstração flagrante da falta de consideração e respeito do presidente da câmara municipal por si. Além disto torna-se evidente o fingimento subjacente ao modo como ele se apresentou e representou já tantas vezes, arauto da ética, dos escrúpulos, da decência, dos bons costumes e senso. É que, decorre da lógica da identidade, se o presidente da câmara municipal fosse autenticamente o que se arroga e alardeia ser, farol e volante da virtude, não andaria para aí a atribuir apodo bestial a outrem. Mas mais do que a miséria moral subjacente ao comportamento reportado, releva a miséria política, sintoma da degradação institucional e da desqualificação simbólica dos órgãos do município, promovida e consentida pelos membros dos mesmos. O presidente da câmara municipal manifestou comportamento deplorável durante uma sessão da assembleia municipal e ninguém com assento em tal órgão, a começar e a acabar na presidente da assembleia municipal, a quem compete dirigir os trabalhos, revelou incomodar-se com isso. Não houve esboço de reparo, protesto ou admoestação, como se a sessão da assembleia municipal fosse a reunião de um clube de comadres e compadres e, por isso, nessa reserva, fosse admissível o presidente da câmara municipal, em exercício, no âmbito do funcionamento de um órgão do município (ou em qualquer circunstância diferente), chamar animal a quem quer que seja. Será que isto sucedeu porque é admissível chamar curral à câmara municipal e à assembleia municipal?



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