Miradouro d'O Castelo

Setembro 24, 2017

Anónimo Sec. XXI

ATÉ LÁ, UMA SEMANA DE TRABALHO!
NÃO DE "CAÇA AO VOTO".
DE CONTACTOS, DE ESCLARECIMENTO, DE MUITO ESFORÇO COM A INTENÇÃO DE CORRIGIR A "INFORMAÇÃO" PERMANENTE E MANIPULADORA.




por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 24 de Setembro, 2017 08:21:15

Setembro 23, 2017

Papoila 25

Porque hoje é Sábado!

São as cores, os sons, a Terra que acalma! Começou o tempo de que eu gosto!





por mlu ([email protected]) em 23 de Setembro, 2017 22:00:41

Anónimo Sec. XXI

O debate (Jornal de Leiria) em/por OURÉM

PARA VER, OUVIR E REFLECTIR:

https://www.facebook.com/soutariatv/videos/1857864394529081/

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 23 de Setembro, 2017 12:23:37

Setembro 22, 2017

CDU por Ourem

Debate dos candidatos na Antena 1

Estranhamente (?), as forças políticas que concorrem às autárquicas em Ourém que enchem paredes e facebooks parecem ter colocado num plano secundário ou subalterno os debates. Terá a ver com o critério de valorização absorvente (ou autista) da "caça ao voto". Discutir com os "outros", debater, encontrar pontos de desacordo e de acordo POR OURÉM não renderá tanto como a imagem de impacto, os "casos", o calor das falsa questões, a algazarra vácua e por vezes insultuosa.
Pois a realização do debate nacional, na rádio pública, sobre as autárquicas em Ourém, ao lado dos debates realizados com os candidatos da capitais de distrito fez-se, e importa referi-lo e reflectir sobre ele. Não "caçará votos" mas servirá (?) para informar, para esclarecer cidadãos sobre como e onde está Ourém, quem são e como pensam os propostos a representantes do "povo de Ourém" no seu Poder Local. Servirá pouco, será ínfima a importância eleitoral no "barulho das luzes" mas terá valido a pena para algo ficar do que é mais importante.
   
Ouça a gravação do debate de hoje, na Antena 1, dos cabeças de lista à Câmara  Municipal de Ourém.

por CDU Ourém ([email protected]) em 22 de Setembro, 2017 10:02:40

Setembro 21, 2017

CDU por Ourem

Comunicado11 e OURÉM hoje no debate de Antena 1 (RDP) às 15 horas




CDU – autárquicas de 2017
COMUNICADO nº 11

Depois das apresentações dos 1ºs das listas da CDU-Ourém à Assembleia Municipal e à Câmara e da lista à AF de Fátima, e de outras acções desta campanha eleitoral DIFERENTE, foi feita a apresentação da lista à AF da N.S. da Piedade, que tem como 1º nome António Lains Galamba que, ao seu estilo, fez uma bela intervenção que só com dificuldade se não transcreve na íntegra (é possível ler no facebook):

“Tenho-vos diante e seria, talvez, fácil de cumprir o que de mim esperam, se apenas fosse minha obrigação ditar-vos as nossas propostas para a nossa terra. O nosso projecto que faz de nós, comunistas e ecologistas, gente diferente na dignidade com que cumprimos a cidadania. Seria fácil papaguear o que, de outra forma, vos obrigaria a ler, procurar, investigar.
Contudo, porque são a minha gente na minha terra – ou também a minha terra, conquanto seja hoje não apenas o menino que se habituaram a ver brincar nestes jardins feitos calçada mas também o alentejano de estaca – quero falar-vos menos daquilo que nos distingue e mais daquilo que nos faz dignos da humanidade que transportamos.
Sou filho da burguesia. Decadente, é certo, mas da burguesia. A minha infância não foi de faltas e ausências como o foi a de muitos meninos com que brinquei e amei.
Muitos de vós (se não todos!) terão de mim, antes da distância que nos trouxe Lisboa e a minha faculdade, a imagem do miúdo activo da JS. Não nego, antes me orgulho, dos bons e irrepetíveis momentos de camaradagem e amizade que passei naquela estrutura partidária. Sem embargo, cedo soube ser um homem de esquerda desalinhado com o rumo daquele partido. Formatado pelo «amplamente difundido» e tendo como tal a verdade, também não me revia nos «crimes horrorosos» do comunismo. Entrei na faculdade e abandonei a JS. Mas estava, sentia-o, órfão de uma casa para partilhar o colectivo que, primatas, sempre ambicionamos.
(…)
Conheci o analfabetismo político, estou por isso em condições de o combater. Conheci a solidão do individuo, partilho pois, hoje, de mim melhor que nunca.
Comigo, trago operários, camponeses, assalariados agrícolas do Alentejo não muito diferentes, na condição, das gentes de Ourém (que vivem à conta da sua força de trabalho) – ainda que em tempos diferentes de aparente transformação. (…) Comigo, como com todos os comunistas, está a força (a dignidade e a coragem, como me disse, num prefácio que fez a um livro meu José Casanova) transformadora do sonho. De homens e mulheres que não estão na politica para dela se servir mas sim para servirem – com o seu sacrifício – os seus iguais. 
(…)
Este é, pois, o linho em que me teço. Com que se tecem os homens e mulheres, gente boa, que ingressando na lista que hoje e aqui apresentamos, têm apenas um compromisso: defender o lado certo da história, porque nele habitam a maioria, exército de excluídos pelo capitalismo e pela sua exploração.
As nossas propostas – autárquicas, para o caso – estão escritas. E nós somos gente de palavra! Palavra! Palavras belas e verdadeiras, como a dignidade e coragem, do meu amigo de que hoje vos falei.”

----o----o----

Entretanto, a 19, começou a campanha eleitoral. A oficial.
A juntar aos muitos questionários e entrevistas a que os nossos candidatos têm dado resposta, vai iniciar-se um ciclo de debates com diferentes promotores, entre os cabeças de lista à Câmara Municipal:
- na 5ª feira, 21, na RDP-antena 1, às 15 horas nos estúdios da RTP, em Coimbra, com transmissão directa;
- na 6ª feira, 22, às 21 horas (com público) na Escola Profissional de Ourém, promovido pelo Jornal de Leiria;
- na 3ª feira, 26, às 21 horas (com público) também na EPO, promovido pelo jornal digital médio-tejo.net.

E, naturalmente, procurarão intensificar-se os contactos e um fecho de campanha com uma sessão sempre com intenção de esclarecer as nossas posições e contrariando o dispendioso espectáculo e promessas vazias.


por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 21 de Setembro, 2017 01:52:37

Anónimo Sec. XXI

Comunicado11 e -hoje! - Ourém na RDP-antena1




CDU – autárquicas de 2017

COMUNICADO nº 11

Depois das apresentações dos 1ºs das listas da CDU-Ourém à Assembleia Municipal e à Câmara e da lista à AF de Fátima, e de outras acções desta campanha eleitoral DIFERENTE, foi feita a apresentação da lista à AF da N.S. da Piedade, que tem como 1º nome António Lains Galamba que, ao seu estilo, fez uma bela intervenção que só com dificuldade se não transcreve na íntegra (é possível ler no facebook):

“Tenho-vos diante e seria, talvez, fácil de cumprir o que de mim esperam, se apenas fosse minha obrigação ditar-vos as nossas propostas para a nossa terra. O nosso projecto que faz de nós, comunistas e ecologistas, gente diferente na dignidade com que cumprimos a cidadania. Seria fácil papaguear o que, de outra forma, vos obrigaria a ler, procurar, investigar.
Contudo, porque são a minha gente na minha terra – ou também a minha terra, conquanto seja hoje não apenas o menino que se habituaram a ver brincar nestes jardins feitos calçada mas também o alentejano de estaca – quero falar-vos menos daquilo que nos distingue e mais daquilo que nos faz dignos da humanidade que transportamos.
Sou filho da burguesia. Decadente, é certo, mas da burguesia. A minha infância não foi de faltas e ausências como o foi a de muitos meninos com que brinquei e amei.
Muitos de vós (se não todos!) terão de mim, antes da distância que nos trouxe Lisboa e a minha faculdade, a imagem do miúdo activo da JS. Não nego, antes me orgulho, dos bons e irrepetíveis momentos de camaradagem e amizade que passei naquela estrutura partidária. Sem embargo, cedo soube ser um homem de esquerda desalinhado com o rumo daquele partido. Formatado pelo «amplamente difundido» e tendo como tal a verdade, também não me revia nos «crimes horrorosos» do comunismo. Entrei na faculdade e abandonei a JS. Mas estava, sentia-o, órfão de uma casa para partilhar o colectivo que, primatas, sempre ambicionamos.
(…)
Conheci o analfabetismo político, estou por isso em condições de o combater. Conheci a solidão do individuo, partilho pois, hoje, de mim melhor que nunca.
Comigo, trago operários, camponeses, assalariados agrícolas do Alentejo não muito diferentes, na condição, das gentes de Ourém (que vivem à conta da sua força de trabalho) – ainda que em tempos diferentes de aparente transformação. (…) Comigo, como com todos os comunistas, está a força (a dignidade e a coragem, como me disse, num prefácio que fez a um livro meu José Casanova) t\ransformadora do sonho. De homens e mulheres que não estão na politica para dela se servir mas sim para servirem – com o seu sacrifício – os seus iguais. 
(…)
Este é, pois, o linho em que me teço. Com que se tecem os homens e mulheres, gente boa, que ingressando na lista que hoje e aqui apresentamos, têm apenas um compromisso: defender o lado certo da história, porque nele habitam a maioria, exército de excluídos pelo capitalismo e pela sua exploração.
As nossas propostas – autárquicas, para o caso – estão escritas. E nós somos gente de palavra! Palavra! Palavras belas e verdadeiras, como a dignidade e coragem, do meu amigo de que hoje vos falei.”

----o----o----

Entretanto, a 19, começou a campanha eleitoral. A oficial.
A juntar aos muitos questionários e entrevistas a que os nossos candidatos têm dado resposta, vai iniciar-se um ciclo de debates com diferentes promotores, entre os cabeças de lista à Câmara Municipal:
- na 5ª feira, 21, na RDP-antena 1, às 15 horas nos estúdios da RTP, em Coimbra, com transmissão directa;
- na 6ª feira, 22, às 21 horas (com público) na Escola Profissional de Ourém, promovido pelo Jornal de Leiria;
- na 3ª feira, 26, às 21 horas (com público) também na EPO, promovido pelo jornal digital médio-tejo.net.

E, naturalmente, procurarão intensificar-se os contactos e um fecho de campanha com uma sessão sempre com intenção de esclarecer as nossas posições e contrariando o dispendioso espectáculo e promessas vazias.


por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 21 de Setembro, 2017 01:43:28

Setembro 20, 2017

OuremReal

Os incêndios e os donativos

Onde pára o dinheiro angariado e destinado às vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande?

É a pergunta que se vai ouvindo, com indignação de muitos, dúvidas de outros, com comentários diversos, culpando estes e aqueles, principalmente o Governo, primeiro pelos incêndios, ou porque não foram adotadas as medidas preventivas adequadas, ou porque a estratégia não foi eficiente, ou porque as comunicações falharam, ou porque os bombeiros não estiveram em todo o lado a tempo e horas, ou porque a Proteção Civil falhou, ou porque não existe ordenamento florestal, ou porque uns querem eucaliptos e outros não e, claro está, agora, depois de tudo queimado, porque o dinheiro tarda em chegar a quem dele precisa.  

Segundo vi publicado e sem ter a certeza de que os números sejam, rigorosamente, assim (fala-se numa verba a rondar os 14 milhões), passo a enumerar os detentores dos donativos, os fiéis guardadores dos milhões angariados:

 O Estado criou o fundo REVITA com a finalidade de coordenar os diferentes fundos, mas, afinal, apenas administra 3 milhões de euros, provenientes do Millenio BCP, Santander Totta, Caixa Agrícola, Governo de Timor-Leste e Fundação Agha Khan.

A maior parte do dinheiro ficou sob a alçada, direta ou indireta, da União das Misericórdias Portuguesas:

5,3 milhões de euros depositados numa conta do Montepio Geral, provenientes do concerto “juntos por todos”, 1 milhão da Fundação Calouste Gulbenkian e 2,65 milhões provenientes da C.G. de depósitos;

1,7 milhões geridos pela Cáritas Portuguesa, provenientes de fundos próprios e donativos das paróquias, mais 200 mil euros provenientes do Novo Banco.

 A Câmara Municipal de Pedrógão Grande recebeu 1,14 milhões provenientes do BPI e do banco La Caixa;

A C.G.de Depósitos entregou ao Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande a quantia de 135 mil euros proveniente da linha solidária da RTP.

A primeira questão que se põe é: por que motivo os donativos não foram canalizados para o fundo criado pelo Estado?

Segunda questão: as autarquias locais, Câmaras e Juntas de Freguesia, Segurança Social e outros organismos locais não eram competentes para fazer a gestão desse dinheiro, em colaboração e sob a supervisão dos membros do Governo com responsabilidades nestes assuntos?

Terceira questão: por que motivo a C.G.de Depósitos e a RTP não entregaram o dinheiro ao fundo criado pelo Estado?

Não faltarão opiniões e respostas para cada uma delas.

Para a primeira, parece óbvio que, muito mais do que não confiarem na gestão do Estado, terá estado a vontade de protagonismo e o poder decidir como aplicar o dinheiro; que o pudessem fazer com os fundos próprios ainda se compreenderia; com o dinheiro dos outros, nunca! Quanto à segunda, depois de definida a estratégia global para os apoios, deveriam ser os organismos de proximidade a fazer a gestão, devidamente acompanhada, naturalmente! Quanto à terceira: Na C.G. de Depósitos o respetivo presidente deveria ser obrigado a vir, publicamente, justificar o procedimento. A menos que aconteça como acontece com o governador do Banco de Portugal – manda mais que o governo! No que respeita à RTP, o argumento que já vi escrito por aí de que o facto do Provedor da Misericórdia de Pedrógão Grande ser o candidato do PSD à C.M. nas próximas autárquicas e o Presidente do Conselho de Administração da RTP ser um ex-deputado do mesmo partido não pode ter qualquer consistência. Este sr. deveria ser obrigado a explicar, publicamente, o procedimento.

Para terminar:

Importa-me pouco quem tem o dinheiro. Importa-me muito mais saber como está a ser gasto. As entidades que detêm os fundos deveriam ser obrigadas a prestar contas, periódica e publicamente, independentemente de as estarem (ou não) a prestar a algum organismo. É preciso saber como está a ser gasto o dinheiro e como estão (ou não estão) a ser resolvidos os problemas das pessoas – afinal o mais importante disto tudo!

por ouremreal em 20 de Setembro, 2017 21:51:00

Setembro 18, 2017

Albergue dos Danados

errata d’helder, xxx. página oitenta e um, linha nove, onde se lê sedução deve ler-se sedição. Edgar da Virgínia.

por _ ([email protected]) em 18 de Setembro, 2017 11:30:02

Setembro 16, 2017

Setembro 15, 2017

Suplemento de Alma

Há anjos no céu e na terra?


Há quem queira e não possa agarrar esse teu corpo preso,
que parece solto,
pois na certeza,
 só pelo coração te deixas conquistar.

Ali foste um momento,
entre tantos ou nenhuns,
sem se aperceberem,
o nosso cúmplice silêncio.

Aí estás sem que saiba como,
talvez realizada,
talvez sofrida,
sem saber evitar o julgamento do teu sentir.

Dizes que tens asas de anjo,
mente de demónio e talvez coração de princesa,
como se disso tu própria saibas ou tenhas certezas.

Em cada amanhecer agita-se esse outro mundo,
onde vestes a capa que impede a ousadia e a tentação,
onde perduras na bola de cristal,
onde te mostras doce e simpática.

Passam-se os anos e lá nos vamos perdendo ou caminhando,
sobre um qualquer mandamento errante,
de encontros e desencontros ocasionais,
sem te chegar a tocar.

Mas um toque sublime,
que se sente pela alma,
como uma luz que nos atrai
e nos afasta com medo do que daí pudesse surgir.

Regressa ao teu mundo,
que não posso nem quero alterar,
pois não consigo,
nem vejo como sequer te poder tocar.

Os anjos têm missões,
os demónios as tentações,
as pessoas emoções,
mesmo que no passar do tempo tudo não passe de um punhado de ilusões…



João Caldeira Heitor

por João Heitor ([email protected]) em 15 de Setembro, 2017 13:00:09

Setembro 14, 2017

Anónimo Sec. XXI

COMUNICADO 10

CDU – autárquicas de 2017

COMUNICADO nº 10

ßß      No enunciado de pontos de referência de PROPOSTAS (sucintos pois a sua explanação só é possível no conhecimento de situações a que a CDU está alheia e após participação real das populações), é necessário afirmar claramente que, no plano autárquico, a cidade de Fátima (e de certo modo a freguesia urbana da Senhora da Piedade) tem de ser vista como parcela integrada e mobilizadora de equilibrado desenvolvimento, não como corpo estranho no todo municipal, nunca como pólo agravador de desigualdades.
Propostas da CDU-Ourém (algumas e sucintas)
   Avançar, no quadro de um plano de urbanização da freguesia da Piedade, com a requalificação da “avenida” e vias de circulação no interior e circulares da cidade
   Defender a melhoria do ambiente e a salvaguarda do património cultural, nomeadamente na vila medieval
   Estabelecer relações de cooperação com o Santuário relativamente á gestão autárquica de Fátima
   Concretizar o projecto de extensão de saneamento básico a todo o concelho
   Potenciar a riqueza de uma floresta ordenada, facilitando assim a fixação das populações, com especial incidência nas freguesias do norte do Concelho.
   Apoiar a formação de associações de proprietários florestais, particularmente nas zonas mais afectadas ou com riscos de incêndios
   Reforçar a cooperação com a ZIF de Seiça (Zona de Intervenção Florestal), estimular o seu alargamento.
   Melhorar a mobilidade pedonal, nas povoações e nos caminhos para Fátima
   Acompanhar o desenvolvimento de iniciativas empresariais, nomeadamente em novas áreas de investimento
   Apoiar o movimento associativo
   Exigir a reposição das freguesias extintas, com a participação e o acordo da vontade popular, e reforçar papel das freguesias no órgão deliberativo
   Defender a gestão pública da água como bem público
   Tomar posição em favor dos serviços públicos e do acesso à saúde, à educação, à protecção social, à habitação e à mobilidade
   Valorizar a situação dos trabalhadores da autarquia
   Ponderar e rever a articulação com as empresas municipais
Na continuidade do comunicado nº 9, transcrevem-se as anteriores propostas da CDU-Ourém, pontos de referência para um programa, de que outros se arrogam mas não cumprem. Estes pontos são aspectos suspensos ou de necessária realização, alguns encetados há décadas e há mandatos sucessivos de gestões sucessivas se iniciam ou não, ficam por realizar para comporem promessas programáticas que nunca cumprem objectivos e calendários. Estes pontos serão referências para discutir com as populações e realizar em definidas linhas de forças:
uma POLÍTICA DIFERENTE
com uma ESTRATÉGIA CONCELHIA
no quadro dum ORDENAMENTO TERRITORIAL E DA FLORESTA
através de um PODER LOCAL descentralizado e democrático
exigindo uma atenção particular para o caso de FÁTIMA.
Assim se apresenta a CDU-Ourém, coerente com programas anteriores, de que se destaca o de 2009, no anunciado tempo de mudança que um participado CONGRESSO fez vislumbrar mas de que nem uma página sobrou enquanto se repetem “encomendas” de estudos a gabinetes de consultadoria exteriores, de que se não conhecem resultados.
---0---0---
Com o acórdão do Tribunal Constitucional relativo ao recurso do PS estará, finalmente!, encerrado o processo pré-eleitoral. Seguir-se-á o propriamente (ou impropriamente) dito período eleitoral. Que será evidentemente muito marcado por este preâmbulo que se desejaria ver encerrado. Mas foi sendo criado um ambiente de emotividade, quase de irracionalidade, que se lamenta. O contrário do que deveria ser um tempo de informação, debate sereno, reflexão.
Com o risco de ir contra uma corrente de solidariedade alimentada por afirmações peremptórias e grandiloquentes de se estar face a uma injustiça que assentaria numa armadilhada interpretação da Lei (do que rege a nossa convivência cívica). De novo, e sempre, lamenta-se o tempo ocupado com tal questão, o que, objectivamente, desviou o debate dos temas que importa trazer ao conhecimento e discussão das populações para escolha informada e consciente de quem as deve representar. Desvio que não acontece por acaso.
Que fique claro: a CDU participa em todos os debates e qualquer interlocutor, desde que respeitadas regras e não se contribua para confundir deliberadamente.

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 14 de Setembro, 2017 00:20:14

Setembro 13, 2017

CDU por Ourem

COMUNICADO 10

CDU – autárquicas de 2017
COMUNICADO nº 10

ßß      No enunciado de pontos de referência de PROPOSTAS (sucintos pois a sua explanação só é possível no conhecimento de situações a que a CDU está alheia e após participação real das populações), é necessário afirmar claramente que, no plano autárquico, a cidade de Fátima (e de certo modo a freguesia urbana da Senhora da Piedade) tem de ser vista como parcela integrada e mobilizadora de equilibrado desenvolvimento, não como corpo estranho no todo municipal, nunca como pólo agravador de desigualdades.
Propostas da CDU-Ourém (algumas e sucintas)
   Avançar, no quadro de um plano de urbanização da freguesia da Piedade, com a requalificação da “avenida” e vias de circulação no interior e circulares da cidade
   Defender a melhoria do ambiente e a salvaguarda do património cultural, nomeadamente na vila medieval
   Estabelecer relações de cooperação com o Santuário relativamente á gestão autárquica de Fátima
   Concretizar o projecto de extensão de saneamento básico a todo o concelho
   Potenciar a riqueza de uma floresta ordenada, facilitando assim a fixação das populações, com especial incidência nas freguesias do norte do Concelho.
   Apoiar a formação de associações de proprietários florestais, particularmente nas zonas mais afectadas ou com riscos de incêndios
   Reforçar a cooperação com a ZIF de Seiça (Zona de Intervenção Florestal), estimular o seu alargamento.
   Melhorar a mobilidade pedonal, nas povoações e nos caminhos para Fátima
   Acompanhar o desenvolvimento de iniciativas empresariais, nomeadamente em novas áreas de investimento
   Apoiar o movimento associativo
   Exigir a reposição das freguesias extintas, com a participação e o acordo da vontade popular, e reforçar papel das freguesias no órgão deliberativo
   Defender a gestão pública da água como bem público
   Tomar posição em favor dos serviços públicos e do acesso à saúde, à educação, à protecção social, à habitação e à mobilidade
   Valorizar a situação dos trabalhadores da autarquia
   Ponderar e rever a articulação com as empresas municipais
Na continuidade do comunicado nº 9, transcrevem-se as anteriores propostas da CDU-Ourém, pontos de referência para um programa, de que outros se arrogam mas não cumprem. Estes pontos são aspectos suspensos ou de necessária realização, alguns encetados há décadas e há mandatos sucessivos de gestões sucessivas se iniciam ou não, ficam por realizar para comporem promessas programáticas que nunca cumprem objectivos e calendários. Estes pontos serão referências para discutir com as populações e realizar em definidas linhas de forças:
uma POLÍTICA DIFERENTE
com uma ESTRATÉGIA CONCELHIA
no quadro dum ORDENAMENTO TERRITORIAL E DA FLORESTA
através de um PODER LOCAL descentralizado e democrático
exigindo uma atenção particular para o caso de FÁTIMA.
Assim se apresenta a CDU-Ourém, coerente com programas anteriores, de que se destaca o de 2009, no anunciado tempo de mudança que um participado CONGRESSO fez vislumbrar mas de que nem uma página sobrou enquanto se repetem “encomendas” de estudos a gabinetes de consultadoria exteriores, de que se não conhecem resultados.
---0---0---
Com o acórdão do Tribunal Constitucional relativo ao recurso do PS estará, finalmente!, encerrado o processo pré-eleitoral. Seguir-se-á o propriamente (ou impropriamente) dito período eleitoral. Que será evidentemente muito marcado por este preâmbulo que se desejaria ver encerrado. Mas foi sendo criado um ambiente de emotividade, quase de irracionalidade, que se lamenta. O contrário do que deveria ser um tempo de informação, debate sereno, reflexão.
Com o risco de ir contra uma corrente de solidariedade alimentada por afirmações peremptórias e grandiloquentes de se estar face a uma injustiça que assentaria numa armadilhada interpretação da Lei (do que rege a nossa convivência cívica). De novo, e sempre, lamenta-se o tempo ocupado com tal questão, o que, objectivamente, desviou o debate dos temas que importa trazer ao conhecimento e discussão das populações para escolha informada e consciente de quem as deve representar. Desvio que não acontece por acaso.
Que fique claro: a CDU participa em todos os debates e qualquer interlocutor, desde que respeitadas regras e não se contribua para confundir deliberadamente.

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 13 de Setembro, 2017 23:50:36

Setembro 12, 2017

Anónimo Sec. XXI

SOBRE NOVAS E ESPERADAS

Depois de uma madrugada/manhã de algum afã(!) motivado por novas e esperadas sobre a inelegibilidade do candidato a presidente da Câmara de Ourém pelo PS, não resisto a transcrever títulos de 2 de 9 comunicados da CDU-Ourém até agora emitidos pelos quais sou (colectivamente!) responsável:
DESAFIO INSENSATO OU HÁBIL MANOBRA -Comunicado nº 4, de 2 de Agosto
CRÓNICA DE UMA INELEGIBILIDADE ANUNCIADA (e de uma impugnação fora de tempo e para fins inconfessos) -Comunicado nº 5, de 9 de Agosto

Que, com o acórdão do TC se tenha terminado o insensato desafio, ou a hábil manobra e se comece a fazer um pouco (que seja...) de OUTRA política!

E transcrevo a lembrança trazida por um amigo que encara tudo isto seriamente e com verdadeiro amor a Ourém, seus termos e gente:

"não pode ser verdade
que tanto afã escave na insolvência."
(adélia prado, "pistas", in bagagem, lisboa, edições cotovia, 2002, p. 28.)


por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 12 de Setembro, 2017 15:06:39

CDU por Ourem

(nas) ÚLTIMAS

take da lusa


O Tribunal Constitucional indeferiu hoje o recurso apresentado pelo Partido Socialista confirmando a inelegibilidade do seu candidato à presidência da Câmara de Ourém, no distrito de Santarém, Paulo Fonseca, nas eleições de 01 de outubro.

Na decisão tomada hoje, o Tribunal Constitucional nega provimento ao recurso interposto pelo PS à decisão tomada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Santarém - Juízo Cível de Ourém, em 17 de agosto último, e confirmada pelo mesmo tribunal a 24 de agosto, data em que foi rejeitada a reclamação à primeira decisão.
O TC confirma igualmente a decisão de que o lugar de Paulo Fonseca passe a ser ocupado pela número dois da lista, a psicóloga clínica Cília Maria de Jesus Seixo, 55 anos, professora de Filosofia e Psicologia em Fátima, "sendo a lista reajustada pela ordem de precedência dos sucessivos candidatos dela constantes".
MLL // ATR

Lusa/fim

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 12 de Setembro, 2017 01:04:59

Setembro 11, 2017

Albergue dos Danados

Escala de Darwin, ix. Extinção não significa azar, significa passado e futuro diferentes. Segismundo.

por _ ([email protected]) em 11 de Setembro, 2017 12:00:06

Setembro 10, 2017

Anónimo Sec. XXI

Crónica internacional

 - Edição Nº2284  -  7-9-2017

Ventos de guerra e luta pela paz

O Verão tornou mais evidentes os perigos de guerra que pairam sobre a Humanidade. A situação mundial deteriora-se, com as ameaças militares de Trump à Venezuela, Coreia do Norte e outros países; as manobras e presenças militares dos EUA/NATO nas fronteiras da Rússia e China; a fúria sancionatória generalizada; a nova escalada dos EUA no Afeganistão (com o Paquistão na mira).
Há meio século, Martin Luther King descreveu o seu país como «o maior agente de violência do Mundo». King seria assassinado pouco depois, e a violência do imperialismo norte-americano não parou de crescer, em particular após o desaparecimento do contrapeso que a União Soviética e o campo socialista representavam. Hoje, Trump ameaça o planeta inteiro com intervenções militares. Já foi assim com Obama.
As contradições estalam por toda a parte. No seio das classes dirigentes do imperialismo norte-americano há um enfrentamento feroz, que apenas se acalma em momentos de afirmação do belicismo imperialista. As relações entre EUA e as potências europeias são publicamente caracterizadas como as piores desde a II Guerra Mundial, e apenas se compõem quando se trata de provocar a Rússia e agredir outros estados e povos. A União Europeia vive em crise permanente. Tudo isto é reflexo da crise estrutural do capitalismo. Uma crise que não foi resolvida pelos apoios extraordinários ao sistema financeiro pelos estados e bancos centrais, apoios que alimentam bolhas insustentáveis (veja-se as bolsas) e um sistema financeiro já sem qualquer relação com a realidade produtiva. De cada vez que se ensaia a redução das subvenções, estremece o castelo de cartas em que se tornou o ‘sistema financeiro internacional’. As contradições generalizadas reflectem também o declínio das velhas potências imperialistas (que no caso dos EUA se arrisca a ser explosivo) face à emergência de novas potências, com destaque para a aparentemente imparável ascensão da China à posição de maior economia mundial.
As classes dominantes reagem com o aumento brutal da exploração de classe e a imposição pela violência da sua hegemonia planetária. O inevitável corolário é o crescente autoritarismo, mesmo no seio das velhas democracias burguesas, alimentado também pelo alastramento dum terrorismo misterioso, cujos alegados autores têm sempre ligação aos serviços secretos e às guerras sujas patrocinadas pelo imperialismo. O autoritarismo aumenta à medida que as políticas de empobrecimento acelerado dos povos abrem fendas no controlo ideológico sobre os povos (até nos EUA e Reino Unido).
A guerra sempre foi intrínseca ao imperialismo. Hoje, como noutras fases de crise aguda, o ‘partido da guerra global’ ganha força. Mas a guerra não é inevitávelEstá nas mãos dos povos afastar a catástrofe para onde o grande capital os conduz, erguendo-se para derrotar os senhores da guerra e da miséria. É por isso que é tão importante a solidariedade com todos quantos resistem aos ditames do imperialismo – na Venezuela e na Síria, em África e no Extremo Oriente, e também nos países do centro imperialista. A luta pela paz e a luta contra o imperialismo são cada vez mais indissociáveis. E urgentes.


Jorge Cadima 

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 10 de Setembro, 2017 18:17:45

Setembro 08, 2017

Anónimo Sec. XXI

COMUNICADO 9




CDU – autárquicas de 2017

COMUNICADO nº 9

A semana a que se reporta este comunicado foi marcada pelo episódio da situação de insolvência do “cabeça de lista à câmara” apresentado pelo PS, pelo correspondente despacho da juíza encarregada de decidir da elegibilidade das candidaturas apresentadas, recurso desse despacho para o Tribunal Constitucional pelo mandatário do PS e pela situação criada relativamente ao agendado debate promovido por médio-tejo.in entre os “cabeças de lista à câmara”. 
Não obstante a disposição da CDU-Ourém (em plena concordância com decisões centrais) de não se imiscuir em tal questão enquanto do foro pessoal em sede de justiça e sua aplicação, as suas inevitáveis implicações políticas obrigaram a tomar posição local, nomeadamente em consequência do debate marcado para 6 e reagendado para 26 de Setembro, após a decisão sobre o recurso do TC. Do que não se pretende a vanglória mas se reivindica o contributo[1].
Lamenta-se o tempo ocupado com tal questão, o que, objectivamente, desviou o debate dos temas que importaria trazer a conhecimento das populações para escolha informada e consciente de quem as deve representar. O que não acontece por acaso ou inocentemente. A CDU participa em todos os debates com qualquer interlocutor, desde que respeitadas regras e não se contribua para confundir deliberadamente.

Entretanto, foi a Festa do Avante!. A festa do jornal do PCP, onde nos encontrámos todos. Diferentes e iguais na solidariedade à volta de um projecto comum. Militantes uns desde há décadas, independentes de organizações partidárias outros. Também alguns de outras forças políticas cujas opções não foram minadas pelos preconceitos que impediriam a convivência, pelo que estiveram em festa naquela Festa.
Depois da Festa, em que a presença de Ourém foi muito significativa e estimulante, retomou-se o trabalho (que, aliás, para alguns, nunca se interrompeu, mas tão-só passou a outras e imprescindíveis tarefas) e avançou-se com o rascunho de “miolo” de texto local para distribuir como programa. Transcreve-se a primeira parte:
Em mais umas eleições autárquicas, a CDU apresenta-se em Ourém. Como alternativa. E, como sempre, DIFERENTE das outras candidaturas!
A CDU, com verdade e transparência, está fora dos “jogos pelo poder”, sem carreirismos, está à margem de situações confusas e de aproveitamentos oportunistas. Apresenta-se, de novo, com a única intenção de representar os trabalhadores e as populações, de estimular a participação de todos na vida social. Como se pode comprovar onde o voto dos eleitores põe a sua gestão autárquica à prova. Gestão que se mostra DIFERENTE, apesar do ambiente e condicionalismos gerais.
Em Ourém é notória a ausência de uma ESTRATÉGIA concelhia. Que é reconhecida e serve de pretexto para afirmações demagógicas, para iniciativas inconsequentes, para “encomendas” a consultorias externos.
Essa indispensável definição estratégica tem de ser, também, contributo para um ORDENAMENTO TERRITORIAL E DA FLORESTA que recentes e dramáticos acontecimentos tornaram exigência urgente.
Para a CDU-Ourém, o objectivo do serviço público para melhor qualidade de vida das populações torna mais evidente a evolução demográfica e social do concelho, no quadro dum PODER LOCAL parte imprescindível de ordenamento político-administrativo.
Por integrar FÁTIMA como freguesia, o concelho de OURÉM exige uma atenção particular dada a muito específica e relevante realidade social que essa sua parcela se tornou em vários aspectos. A evolução demográfica da freguesia de Fátima, no contexto concelhio e nacional, a enormíssima quantidade de peregrinos e a população flutuante, obrigam a articulação que é leviano encarar sem exigente estudo e tratamento no âmbito do poder local e sua gestão, bem para além de aproximações turístico-económicas.
                             seguiráà

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 08 de Setembro, 2017 13:19:58

Houve FESTA!

_________________________________________________________

Ah! G'anda FESTA!

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 08 de Setembro, 2017 00:12:04

Setembro 07, 2017

CDU por Ourem

COMUNICADO 9





CDU – autárquicas de 2017

COMUNICADO nº 9

A semana a que se reporta este comunicado foi marcada pelo episódio da situação de insolvência do “cabeça de lista à câmara” apresentado pelo PS, pelo correspondente despacho da juíza encarregada de decidir da elegibilidade das candidaturas apresentadas, recurso desse despacho para o Tribunal Constitucional pelo mandatário do PS e pela situação criada relativamente ao agendado debate promovido por médio-tejo.in entre os “cabeças de lista à câmara”. 
Não obstante a disposição da CDU-Ourém (em plena concordância com decisões centrais) de não se imiscuir em tal questão enquanto do foro pessoal em sede de justiça e sua aplicação, as suas inevitáveis implicações políticas obrigaram a tomar posição local, nomeadamente em consequência do debate marcado para 6 e reagendado para 26 de Setembro, após a decisão sobre o recurso do TC. Do que não se pretende a vanglória mas se reivindica o contributo[1].
Lamenta-se o tempo ocupado com tal questão, o que, objectivamente, desviou o debate dos temas que importaria trazer a conhecimento das populações para escolha informada e consciente de quem as deve representar. O que não acontece por acaso ou inocentemente. A CDU participa em todos os debates com qualquer interlocutor, desde que respeitadas regras e não se contribua para confundir deliberadamente.

Entretanto, foi a Festa do Avante!. A festa do jornal do PCP, onde nos encontrámos todos. Diferentes e iguais na solidariedade à volta de um projecto comum. Militantes uns desde há décadas, independentes de organizações partidárias outros. Também alguns de outras forças políticas cujas opções não foram minadas pelos preconceitos que impediriam a convivência, pelo que estiveram em festa naquela Festa.
Depois da Festa, em que a presença de Ourém foi muito significativa e estimulante, retomou-se o trabalho (que, aliás, para alguns, nunca se interrompeu, mas tão-só passou a outras e imprescindíveis tarefas) e avançou-se com o rascunho de “miolo” de texto local para distribuir como programa. Transcreve-se a primeira parte:
Em mais umas eleições autárquicas, a CDU apresenta-se em Ourém. Como alternativa. E, como sempre, DIFERENTE das outras candidaturas!
A CDU, com verdade e transparência, está fora dos “jogos pelo poder”, sem carreirismos, está à margem de situações confusas e de aproveitamentos oportunistas. Apresenta-se, de novo, com a única intenção de representar os trabalhadores e as populações, de estimular a participação de todos na vida social. Como se pode comprovar onde o voto dos eleitores põe a sua gestão autárquica à prova. Gestão que se mostra DIFERENTE, apesar do ambiente e condicionalismos gerais.
Em Ourém é notória a ausência de uma ESTRATÉGIA concelhia. Que é reconhecida e serve de pretexto para afirmações demagógicas, para iniciativas inconsequentes, para “encomendas” a consultorias externos.
Essa indispensável definição estratégica tem de ser, também, contributo para um ORDENAMENTO TERRITORIAL E DA FLORESTA que recentes e dramáticos acontecimentos tornaram exigência urgente.
Para a CDU-Ourém, o objectivo do serviço público para melhor qualidade de vida das populações torna mais evidente a evolução demográfica e social do concelho, no quadro dum PODER LOCAL parte imprescindível de ordenamento político-administrativo.
Por integrar FÁTIMA como freguesia, o concelho de OURÉM exige uma atenção particular dada a muito específica e relevante realidade social que essa sua parcela se tornou em vários aspectos. A evolução demográfica da freguesia de Fátima, no contexto concelhio e nacional, a enormíssima quantidade de peregrinos e a população flutuante, obrigam a articulação que é leviano encarar sem exigente estudo e tratamento no âmbito do poder local e sua gestão, bem para além de aproximações turístico-económicas.
                             seguiráà




    e  http://ouremcdu.blogspot.pt/2017/09/debate-marcado-para-amanha-reagendado.html

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 07 de Setembro, 2017 23:33:42

Setembro 06, 2017

CDU por Ourem

Debate marcado para amanhã reagendado para 26

O jornal digital médio-tejo.in, promotor de debates com os "cabeças de lista a câmaras municipais" de alguns dos concelhos da "sub-região", depois de contactos (com o 1º da lista da CDU-OURÉM após a tomada de posição deste na manhã de ontem, transcrita neste blog e facebook) com representantes das candidaturas que se apresentam em Ourém, editou a seguinte nota da direcção

NOTA DA DIREÇÃO | 
DEBATE EM OURÉM ADIADO PARA DIA 26 DE SETEMBRO
- Set 5, 2017

O debate Autárquicas 2017 que se iria realizar em Ourém esta quarta-feira, dia 6 de setembro, organizado pelo jornal mediotejo.net, foi adiado para o próximo dia 26 de setembro, realizando-se às 21:00, no auditório da Escola Profissional de Ourém (EPO).
A direção do jornal e os representantes das candidaturas entenderam que seria mais benéfico aguardar pela decisão do recurso apresentado pelo candidato do PS, que será conhecido até dia 15. Pedindo desculpa pela alteração de data, o novo dia para a realização deste debate foi hoje remarcado para 26 de setembro, por decisão consensual de todas as candidaturas envolvidas, a quem a direção do jornal agradece a disponibilidade e a celeridade de resposta.

Depois do debate de Alcanena, realizado na segunda-feira, dia 4, o próximo debate realiza-se no Entroncamento, sexta-feira, dia 8 de setembro, às 21:00, no Centro Cultural da cidade.
------------------------------------------------------------------------------------------------

Congratulamo-nos com a decisão. Que o bom senso aconselhava...

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 06 de Setembro, 2017 00:11:06

Setembro 05, 2017

CDU por Ourem

"é preciso avisar toda a gente"!

Estava agendado para amanhã, 06.09.2017, o debate em Ourém, na EPO, entre os primeiros das listas para as câmaras dos concelhos do médio-tejo, no quadro dos debates promovidos pelo jornal digital médio-tejo.net.
Face ao imbróglio provocado pela situação pessoal do actual presidente da câmara e proposto como cabeça de lista do PS do foro judicial, e em que esse partido se quis envolver, a CDU-Ourém tomou a seguinte posição junto da organização dos debates:

1.Foi com satisfação que a CDU-Ourém acolheu a notícia da realização de debates promovidos pelo médio-tejo.net entre os candidatos às autárquicas com o muito louvável intuito de que se discutam ideias e propostas, e aceitou o convite de participação de acordo com as regras definidas em reunião realizada em Junho “tida com os responsáveis indicados pelas distritais dos partidos PS, PSD, BE, CDU e CDS-PP(…)”.
2.De acordo com essas regras, explicitava-se e publicava-se que os debates seriam entre “os cabeças-de-lista às diferentes câmaras municipais da região do Médio Tejo (que) não se podem fazer substituir nos debates por outros elementos da lista”.
3.A situação do cabeça de lista apresentado pelo PS em Ourém, e o processo em sede de tribunais (que vem de muito antes da apresentação das candidaturas), a que se juntou um extemporâneo (a nosso ver) acto de impugnação dessa candidatura pela coligação PSD-CDS, vieram criar um delicado problema político em que a CDU-Ourém se não quis imiscuir enquanto no foro judicial.
4.Ora o debate marcado para 6 de Setembro obrigaria a CDU-Ourém a pôr a questão prévia relativamente aos participantes.
5.Perante a situação, a posição cautelar de médio-tejo.net de pedir parecer à CNE, que foi comunicada na preparação do debate, teve duas consequências:
            5.1.A de confirmar inequivocamente a já referida regra.
            5.2.A do parecer vir contrariar a regra definida e acordada ao sugerir ou recomendar a substituição de um debate entre candidatos cabeças de listapor um debate entre representantes de candidaturas.
6.Outra consequência decorrente é a de obrigar, de forma enviezada, a CDU-Ourém a tomar posição não desejada e a participar em discussão que não pretende.
7.A aceitar participar num debate entre “cabeças de lista às câmaras” em que o cabeça de lista apresentado pelo PS em Ourém fosse Paulo Fonseca considera a CDU-Ourém que participaria no desrespeito do despacho judicial de 24 de Agosto último concedendo antecipado (e espúrio) provimento político ao recurso ainda não julgado.
8.O que não se quer fazer!
9.Nestes apertadíssimos prazos, em que se inclui o apertado prazo para o Tribunal Constitucional se pronunciar, desejável teria sido (se possível tivesse sido) adiar o debate para depois de tal pronunciamento, o que, por outro lado, levaria à necessidade de evitar o regresso ou reforço da ainda mais indesejável (pela CDU-Ourém!) centralidade desta questão que parece aproveitada para excluir do debate o que importa discutir: os reais problemas do Poder Local e das populações.
10.Pelo que:
            10.1.De acordo com as regras acordadas e definidas, o cabeça de lista à câmara de Ourém, estará presente antes do início do debate cujas intenções de novo muito se louvam.
            10.2.Não participará nele se quem se apresentar para participar pelo PS não for quem o despacho de 24 de Agosto determinou como cabeça de lista.

            10.3.Se assim vier a ser, reclama-se o direito de, previamente ao início do debate, o cabeça de lista pela CDU poder ler as razões aqui expostas, indo depois ocupar lugar entre os assistentes.

Esta posição foi comunicada a médio-tejo.net ontem de manhã. 
No final do dia, sem ter havido qualquer sinal de recepção, ao acompanhar-se a transmissão em directo do primeiro dos debates realizado em Alcanena, foram os auditores surpreendidos pela seguinte nota no fecho do debate:

«O próximo debate realiza-se na sexta-feira, 8 de setembro no Entroncamento dado que o debate previsto para Ourém vai ser reagendado por imperativos de última hora.»

Sem prejuízo de ulteriores (e fundados) comentários e tomadas de posição, dir-se-ia que se trata de medida sensata, reiterando-se as reservas inerentes à não informação/confirmação - até ao momento - de tal decisão e de quais os "imperativos de última hora".

A CDU-Ourém vê-se obrigada a divulgar atempadamente esta informação ("é preciso avisar toda a gente"!), sobretudo em intenção de quem estivesse mobilizado para acompanhar o debate anunciado.
   

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 05 de Setembro, 2017 11:00:06

Setembro 04, 2017

Albergue dos Danados

melancolia zündapp# lv. nenhuma solenidade pode persistir no coração. elegância também não. Edgar da Virgínia.

por _ ([email protected]) em 04 de Setembro, 2017 12:00:26

Setembro 01, 2017

Anónimo Sec. XXI

Comunicado nº 8

CDU2017.jpg

CDU – autárquicas de 2017
COMUNICADO nº 8
INTERVALO?
(para quê?, para quem?)

Enquanto outras campanhas se enovelam em actos e entre-actos, parecem paralisadas na expectativa do que possa vir de fora ou de interpretações e decisões de bastidores, se mostram por festas e feiras, preparam acções de espavento, a CDU-Ourém vai cumprindo o seu roteiro eleitoral com os meios que dispõe, e cumpre os seus objectivos.

No domingo, 27 de Agosto, foi a apresentação da lista de candidatos à Assembleia de Freguesia de Fátima, no mercado local.
O primeiro candidato da lista à Câmara de Ourém fez a intervenção de abertura, começando por breves palavras sobre o significado da apresentação de uma lista em Fátima, pelo que representa a presença da CDU neste lugar de enorme relevância social, e pela necessidade do estudo que ele merece para melhor e mais responsavelmente se agir. Depois, apresentou os candidatos presentes da lista cujo primeiro nome é o de Helena Cardinali, com assinalável e reconhecida intervenção sindical, também o terceiro nome da lista para o executivo camarário.
Nessa lista, com idades entre os 23 anos e os 81 anos, com a média de 42 anos entre os 13 efectivos, estão 6 mulheres e 7 homens, e 6 são independentes de organizações partidárias.

A seguir, a primeira da lista para a Assembleia Municipal, Brígida Batista, fez uma intervenção em que, citando Sérgio Ribeiro, que é o segundo dessa lista, sublinhou a importância da democracia participativa, e adiante disse:
«(…)Fátima, com a sua especificidade e crescente importância no País e no mundo, tem uma dinâmica muito particular e única, potenciadora de desenvolvimento local, social e económico, torna mais evidente ainda a carência de um plano estratégico global, cuja falta está na origem de um Município dividido em dois, com necessidades que se duplicam e oportunidades desaproveitadas, que podiam beneficiar o conjunto e as populações.
«Fátima é uma realidade e um local diferente de outros. Mas é – também - um local onde vive e trabalha muita gente. Que merece toda a nossa atenção e que queremos bem representar e ajudar a fazer participar nos seus próprios destinos. Propomo-nos por isso como uma escolha DIFERENTE, como vêem o voto na CDU, nunca é um voto perdido, nunca é um voto em vão!
«O voto na CDU é um voto que reforça o lado participativo da democracia, é um voto no TRABALHO, HONESTIDADE E COMPETÊNCIA. O que não se afirma como um slogan ou demagogia, mas como maneira de estar na vida e na política.»
Depois, falou Helena Cardinali:
«…Fátima é um mundo. É também um mundo de trabalho, uma terra de muitos trabalhadores. Que têm os problemas de todos os trabalhadores e a que só unidos, solidários, podem procurar dar resposta.
«Sou trabalhadora. Sou sindicalista. E sei que há situações que são de todos os trabalhadores, sejam eles católicos ou não, só por serem trabalhadores. Porque há patrões que, sendo católicos ou não, sendo instituições religiosas ou não, são patrões e que, por isso, por vezes se “esquecem” das leis do trabalho.
«Somos trabalhadores. Somos sindicalistas. Apenas queremos defender os nossos direitos, que sempre tanto custaram a ganhar.
«Nestas eleições autárquicas, os trabalhadores têm de saber quem os defende, e têm de estar com esses. Como um simples gesto de defesa, ao lado dos outros trabalhadores, sem intenção de atacar ninguém.
«Eu estou com a CDU. De cara levantada e sem receios, sem medos. «Estou com a CDU. Porque estou com os que defendem o mesmo que eu. Que sou trabalhadora. Que sou sindicalista.
«Se no dia 1 de Outubro derem força à CDU... se no dia 1 de Outubro me derem força, no dia 2 de Outubro usarei essa força na Assembleia de Freguesia de Fátima para fazer – também ali! – o que procuro fazer em todos os sítios onde estiver: trabalhar com honestidade e competência, defender os meus direitos, os direitos dos trabalhadores e das populações em geral!»
Para terminar abriu-se um espaço de debate em que Brígida e Sérgio esclareceram aspectos relacionados com as eleições de 1 de Outubro.

_________________________________________________________

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 01 de Setembro, 2017 15:27:38

Agosto 31, 2017

CDU por Ourem

COMUNICADO Nº 8






CDU – autárquicas de 2017
COMUNICADO nº 8
INTERVALO?
(para quê?, para quem?)

Enquanto outras campanhas se enovelam em actos e entre-actos, parecem paralisadas na expectativa do que possa vir de fora ou de interpretações e decisões de bastidores, se mostram por festas e feiras, preparam acções de espavento, a CDU-Ourém vai cumprindo o seu roteiro eleitoral com os meios que dispõe, e cumpre os seus objectivos.

No domingo, 27 de Agosto, foi a apresentação da lista de candidatos à Assembleia de Freguesia de Fátima, no mercado local.
O primeiro candidato da lista à Câmara de Ourém fez a intervenção de abertura, começando por breves palavras sobre o significado da apresentação de uma lista em Fátima, pelo que representa a presença da CDU neste lugar de enorme relevância social, e pela necessidade do estudo que ele merece para melhor e mais responsavelmente se agir. Depois, apresentou os candidatos presentes da lista cujo primeiro nome é o de Helena Cardinali, com assinalável e reconhecida intervenção sindical, também o terceiro nome da lista para o executivo camarário.
Nessa lista, com idades entre os 23 anos e os 81 anos, com a média de 42 anos entre os 13 efectivos, estão 6 mulheres e 7 homens, e 6 são independentes de organizações partidárias.

A seguir, a primeira da lista para a Assembleia Municipal, Brígida Batista, fez uma intervenção em que, citando Sérgio Ribeiro, que é o segundo dessa lista, sublinhou a importância da democracia participativa, e adiante disse:
«(…)Fátima, com a sua especificidade e crescente importância no País e no mundo, tem uma dinâmica muito particular e única, potenciadora de desenvolvimento local, social e económico, torna mais evidente ainda a carência de um plano estratégico global, cuja falta está na origem de um Município dividido em dois, com necessidades que se duplicam e oportunidades desaproveitadas, que podiam beneficiar o conjunto e as populações.
«Fátima é uma realidade e um local diferente de outros. Mas é – também - um local onde vive e trabalha muita gente. Que merece toda a nossa atenção e que queremos bem representar e ajudar a fazer participar nos seus próprios destinos. Propomo-nos por isso como uma escolha DIFERENTE, como vêem o voto na CDU, nunca é um voto perdido, nunca é um voto em vão!
«O voto na CDU é um voto que reforça o lado participativo da democracia, é um voto no TRABALHO, HONESTIDADE E COMPETÊNCIA. O que não se afirma como um slogan ou demagogia, mas como maneira de estar na vida e na política.»
Depois, falou Helena Cardinali:
«…Fátima é um mundo. É também um mundo de trabalho, uma terra de muitos trabalhadores. Que têm os problemas de todos os trabalhadores e a que só unidos, solidários, podem procurar dar resposta.
«Sou trabalhadora. Sou sindicalista. E sei que há situações que são de todos os trabalhadores, sejam eles católicos ou não, só por serem trabalhadores. Porque há patrões que, sendo católicos ou não, sendo instituições religiosas ou não, são patrões e que, por isso, por vezes se “esquecem” das leis do trabalho.
«Somos trabalhadores. Somos sindicalistas. Apenas queremos defender os nossos direitos, que sempre tanto custaram a ganhar.
«Nestas eleições autárquicas, os trabalhadores têm de saber quem os defende, e têm de estar com esses. Como um simples gesto de defesa, ao lado dos outros trabalhadores, sem intenção de atacar ninguém.
«Eu estou com a CDU. De cara levantada e sem receios, sem medos. «Estou com a CDU. Porque estou com os que defendem o mesmo que eu. Que sou trabalhadora. Que sou sindicalista.
«Se no dia 1 de Outubro derem força à CDU... se no dia 1 de Outubro me derem força, no dia 2 de Outubro usarei essa força na Assembleia de Freguesia de Fátima para fazer – também ali! – o que procuro fazer em todos os sítios onde estiver: trabalhar com honestidade e competência, defender os meus direitos, os direitos dos trabalhadores e das populações em geral!»
Para terminar abriu-se um espaço de debate em que Brígida e Sérgio esclareceram aspectos relacionados com as eleições de 1 de Outubro.

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por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 31 de Agosto, 2017 17:37:00

Agosto 28, 2017

Albergue dos Danados

Escala de Wittgenstein, v. O nome, o que indica ou realiza algo, é sempre uma frase. Segismundo.

por _ ([email protected]) em 28 de Agosto, 2017 12:00:01

Anónimo Sec. XXI

Já veio da tipografia...


























... e aí está. Para ser oferecido aos vizinhos; para lhes dar a(s) minha(s) resposta(s).

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 28 de Agosto, 2017 00:35:47

Agosto 27, 2017

Anónimo Sec. XXI

Para este domingo - "coisa de sempre"

"...lembrei-me agora, coisa de sempre uma música excelente, de há 40 anos, cantada em português, composta pelo mesmo português mal conhecido, João Ricardo." (Gonçalo)

E lembraste-te muito bem!
Obrigado

Cobra Coral Indiana
Secos & Molhados

Amanhã de novo a mesma fila indiana
Diante do guichê
Contribuintes num rosário fulvo-negro
Esperando cada um sua vez
Alguns descalços
Outros pagando a multa
Com o suor do atraso, praquê?
Para o global suicídio
Que os quatro reis lhes darão
Como natal final


por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 27 de Agosto, 2017 09:00:25

Agosto 26, 2017

Anónimo Sec. XXI

Nós também somos notícia...

... mas por coisas destas



























(à idade que eu cheguei...













... também, por vezes, somos notícia na nossa luta pelos direitos dos trabalhadores e das populações; e também, muito mais vezes, não somos notícia por isso mesmo!

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 26 de Agosto, 2017 23:58:02

CDU por Ourem

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais


João Filipe Mendes de Oliveira
50 anos, Professor ensino secundário - Independente.

Maria Cidália da Silva Pereira
65 anos, Professora ensino secundário - Independente.

André Luís da Graça Antunes
39 anos, Jardineiro - Independente.

Marília Costa Pedro
46 anos, Reformada - Independente

Maria José das Neves Gomes
76 anos, Reformada - PCP.

Fernando de Almeida Gomes
80 anos, Reformado - PCP.

Maria Celeste Serra Ferreira
53 anos, Educadora de Infância - Independente.

Henrique Carlos Faria de Sousa
68 anos, Professor (reformado) - Independente.

Jacinto António Castro
80 anos, reformado - PCP.

Candidatos suplentes
Maria Joaquina Pereira dos Santos, PCP.
Maria da Conceição Marques Vinagre Palmela Pinheiro, PCP.
José Inácio Ferreira Carvalho, PCP.

por Luís Neves ([email protected]) em 26 de Agosto, 2017 15:29:53

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais


João Filipe Mendes de Oliveira
50 anos, Professor ensino secundário - Independente.

Maria Cidália da Silva Pereira
65 anos, Professora ensino secundário - Independente.

André Luís da Graça Antunes
39 anos, Jardineiro - Independente.

Marília Costa Pedro
46 anos, Reformada - Independente

Maria José das Neves Gomes
76 anos, Reformada - PCP.

Fernando de Almeida Gomes
80 anos, Reformado - PCP.

Maria Celeste Serra Ferreira
53 anos, Educadora de Infância - Independente.

Henrique Carlos Faria de Sousa
68 anos, Professor (reformado) - Independente.

Jacinto António Castro
80 anos, reformado - PCP.

Candidatos suplentes
Maria Joaquina Pereira dos Santos, PCP.
Maria da Conceição Marques Vinagre Palmela Pinheiro, PCP.
José Inácio Ferreira Carvalho, PCP.

por CDU Ourém ([email protected]) em 26 de Agosto, 2017 15:28:32

Agosto 25, 2017

CDU por Ourem

Comunicado nº7


COMUNICADO nº 7

A toda a hora o mundo muda… e nem sempre melhora! Mas tudo tem de ser feito para que acabe por melhorar. Para todos.
Faz falta quem ajude e muito sobra quem não ajude…ou pior.

Em Portugal há carência e urgência de ordenamento político e administrativo do território e da floresta. As consequências vêem-se. E vivem-se. E há os que as sofrem porque elas servem interesses de uns. No (des)ordenamento coexistem concentrações e desertificações populacionais (e eleitorais).
Segundo os recenseamentos, em 25 anos as (mal) chamadas “regiões” cresceram 30% a Norte e 20% no Algarve, cerca de 10% na Área Metropolitana de Lisboa (um pouco acima) e no Centro (um pouco abaixo) e o Alentejo diminuiu 7%!

Na campanha da CDU quer-se conhecer mais – e dar a melhor conhecer – o País que somos e o sítio em que estamos. E como muda.
Também em Ourém há – sempre! – mudanças. Das reais e das que se procuram e se propõem para que pouco mude.                         
A coligação do PCP e do PEV, a que tantos independentes se juntam – no caso de Ourém chegam a 35% dos candidatos CDU a estas autárquicas! –, tem sido renovada em sucessivas e diversas eleições, como FEPU, APU e agora CDU. Por isso se tem acompanhado em Ourém, como em todos os concelhos de Portugal, as mudanças locais que confluem na mudança do País.
  
Concelho essencialmente rural em 1974, com 15 freguesias (número que sofreu alterações até chegar a 18 e às agora 13 impostas pelas “troikas”), a evolução demográfica e medidas administrativas levaram a que em Ourém tivessem sido criadas duas cidades, verificando-se alterações significativas no perfil demográfico-eleitoral e com base em critérios que consideram as freguesias de Fátima e de Nossa Senhora da Piedade como urbanas e as outras como rurais.
Os recenseamentos, que reflectem a realidade municipal, mostram a marcada tendência de crescente peso das duas cidades, sobretudo de Fátima entre 2009 e 2017, quando caiu nas freguesias “rurais” e afrouxou a subida na Piedade. Resultou desta evolução que o número de eleitores potenciais se multiplicou 2,4 vezes em Fátima e 2,2 vezes em Piedade nestes 40 anos, enquanto apenas subiu cerca de metade em todo o concelho por só ter aumentado 40% na parcela rural, com estagnação por exemplo na histórica freguesia de Seiça (a festejar condignamente os 500 anos!), e até evolução negativa nalgumas outras, difícil de avaliar dadas as alterações ocorridas nas respectivas composições. Por todos os motivos, inclusive pelo simples peso eleitoral (1 em cada 4 recenseados[1]), a freguesia de Fátima tornou-se relevante no concelho de Ourém, que continua a integrar. 



[1] - em 2015, só 1 em cada 5 recenseados estava no distrito de LIsboa. E diz-se que Portugal é macrocéfalo!

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 25 de Agosto, 2017 16:33:56

OuremReal

Eleições autárquicas

Quem pensa (se é que alguém se atreve a pensar isso) que a política é um mundo de transparência, de lisura, de respeito pelos outros, onde a verdade é palavra sagrada e a honradez, a honestidade e o compromisso são invioláveis corre o risco de se enganar. Porque, de facto, há sempre três hipóteses: sim, não e talvez. E o que faz a diferença entre estas três hipóteses está, muito simplesmente, nos protagonistas, não só na sua competência, nas suas qualidades pessoais e da equipa que o rodeia, mas também, e principalmente, na ideia que se formula sobre cada um e na consequente confiança que nele se deposita. Por razões objetivas ou subjetivas. Por simpatia, por aquilo que fez ou deixou de fazer, por aquilo que diz que vai fazer, mesmo sem saber se pode ou não fazê-lo, por ideologia, por espírito de grupo ou, simplesmente, por tradição. E é na procura da solução que cada um acha a melhor que se disputam eleições e os escolhidos serão sempre os melhores, mesmo que, de facto, o não sejam.

As eleições autárquicas de 1 de Outubro próximo, no concelho de Ourém, têm uma caraterística muito especial, porque se verifica uma situação nunca antes vista: por decisão do tribunal e depois da coligação PSD/CDS ter requerido a impugnação da candidatura do cabeça de lista à Câmara Municipal pelo Partido Socialista, o ainda Presidente Paulo Fonseca não pode concorrer a novo mandato. O motivo nada tem a ver com a sua atuação no cargo de Presidente, que o é há oito anos, mas sim com uma situação antiga, anterior á sua condição de autarca, que diz respeito a uma empresa de que foi sócio e onde os negócios correram mal e o facto de ter dado o seu aval a determinados compromissos o levaram à condição de insolvente.

É assim que uma circunstância que nada tem a ver com o problema autárquico pode, de um momento para o outro, mudar todo o cenário do próximo ato eleitoral neste concelho. Enquanto que o cabeça de lista daquela coligação, ainda vereador da Câmara Municipal, acusado de corrupção, foi a julgamento pelo tribunal de Santarém, viu o seu problema resolvido com absolvição e não tem qualquer obstáculo à sua candidatura autárquica.

É caso para nos questionarmos: afinal, o que é que, pelo menos aparentemente, pode ser mais importante, ou mais prejudicial, para a gestão do Município: um Presidente que tem que deixar de o ser por motivos alheios ao desempenho do seu cargo, ou um vereador que foi julgado por corrupção, mas que, ao ser absolvido, pode continuar a sê-lo, ou, eventualmente, chegar a Presidente?

E que leis são estas e que decisores temos que parecem ser tão rigorosos nuns casos e tão benevolentes noutros? Ou será que toda esta discrepância é, apenas, aparente e a nossa ignorância ou má informação é que nos levam a fazer juízos errados?

De qualquer maneira, as próximas eleições autárquicas no concelho de Ourém não vão ser o que se previa que fossem. Cabe aos políticos locais esclarecer, devidamente, os seus concidadãos sobre toda a verdade dos factos passados e projetos para o futuro e cabe aos eleitores pensar e avaliar cada uma das candidaturas e decidir de acordo com o que acharem melhor para a sua terra.

 

O.C.

por ouremreal em 25 de Agosto, 2017 10:38:00

Agosto 24, 2017

Anónimo Sec. XXI

Comunicado nº7


COMUNICADO nº 7

A toda a hora o mundo muda… e nem sempre melhora! Mas tudo tem de ser feito para que acabe por melhorar. Para todos.
Faz falta quem ajude e muito sobra quem não ajude…ou pior.

Em Portugal há carência e urgência de ordenamento político e administrativo do território e da floresta. As consequências vêem-se. E vivem-se. E há os que as sofrem porque elas servem interesses de uns. No (des)ordenamento coexistem concentrações e desertificações populacionais (e eleitorais).
Segundo os recenseamentos, em 25 anos as (mal) chamadas “regiões” cresceram 30% a Norte e 20% no Algarve, cerca de 10% na Área Metropolitana de Lisboa (um pouco acima) e no Centro (um pouco abaixo) e o Alentejo diminuiu 7%!

Na campanha da CDU quer-se conhecer mais – e dar a melhor conhecer – o País que somos e o sítio em que estamos. E como muda.
Também em Ourém há – sempre! – mudanças. Das reais e das que se procuram e se propõem para que pouco mude.                         
A coligação do PCP e do PEV, a que tantos independentes se juntam – no caso de Ourém chegam a 35% dos candidatos CDU a estas autárquicas! –, tem sido renovada em sucessivas e diversas eleições, como FEPU, APU e agora CDU. Por isso se tem acompanhado em Ourém, como em todos os concelhos de Portugal, as mudanças locais que confluem na mudança do País.
  
Concelho essencialmente rural em 1974, com 15 freguesias (número que sofreu alterações até chegar a 18 e às agora 13 impostas pelas “troikas”), a evolução demográfica e medidas administrativas levaram a que em Ourém tivessem sido criadas duas cidades, verificando-se alterações significativas no perfil demográfico-eleitoral e com base em critérios que consideram as freguesias de Fátima e de Nossa Senhora da Piedade como urbanas e as outras como rurais.
Os recenseamentos, que reflectem a realidade municipal, mostram a marcada tendência de crescente peso das duas cidades, sobretudo de Fátima entre 2009 e 2017, quando caiu nas freguesias “rurais” e afrouxou a subida na Piedade. Resultou desta evolução que o número de eleitores potenciais se multiplicou 2,4 vezes em Fátima e 2,2 vezes em Piedade nestes 40 anos, enquanto apenas subiu cerca de metade em todo o concelho por só ter aumentado 40% na parcela rural, com estagnação por exemplo na histórica freguesia de Seiça (a festejar condignamente os 500 anos!), e até evolução negativa nalgumas outras, difícil de avaliar dadas as alterações ocorridas nas respectivas composições. Por todos os motivos, inclusive pelo simples peso eleitoral (1 em cada 4 recenseados[1]), a freguesia de Fátima tornou-se relevante no concelho de Ourém, que continua a integrar. 



[1] - em 2015, só 1 em cada 5 recenseados estava no distrito de LIsboa. E diz-se que Portugal é macrocéfalo!



por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 24 de Agosto, 2017 11:31:29

Agosto 21, 2017

Anónimo Sec. XXI

Como o "cartoonista" privativo viu o discurso (e algo mais) - 5


escreveu Saramago
(e se ele escreveu,
dito está!) 













agora, falo eu:
Convicto
  Decidido
        Ufano !!!








conversando
informalmente
sobre a estratégia
(com neta ao fundo...)

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 21 de Agosto, 2017 17:26:29

Albergue dos Danados

errata d’helder, xxix. página setenta e sete, linha dois, onde se lê teu deve ler-se ateu. Edgar da Virgínia.

por _ ([email protected]) em 21 de Agosto, 2017 12:00:13

Anónimo Sec. XXI

Como o "cartoonista" privativo viu o discurso - 4

do quarteto do NORTE
do concelho














isto disse
o discursador-comentador,
 isto é, eu...
mas acrescentei
que só se lá chega com 
2 ou 3 vereadores,
isto é, numa equipa,
por isso os nomeei.
os "outros" é que parecem
concorrer sózinhos:
ninguém vota no Zé, 
no Manel 
ou na Maria
sei-lá-quem-és-tu!






isso é pergunta
que se faça?















a quem perguntar,
o discursador
 dá Nobel 
por respondedor

...

na próxima e última série

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 21 de Agosto, 2017 10:52:55

Agosto 19, 2017

Anónimo Sec. XXI

Como o "cartoonista" privativo viu um discurso - 3

a "capital" ...
a precisar de se valorizar 




a histórica, de que o cartoonista desejou ser candidato




também histórica freguesia,
 a festejar os seus 500 anos












o "norte" com Agroal e sua bandeira azul

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 20:09:12

CDU por Ourem

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Nª Srª da Piedade

Candidatos efectivos

António Sérgio Lains Baptista Galamba de Oliveira
36 anos, Antropólogo -PCP.

Ivan Miguel Graça Frias
31 anos, Engenheiro Informático - Independente.

Joana Filipa Averina da Silva Forte
25 anos, Médica - Independente.

Joaquim Carvalho Bogado
72 anos, Electricista - PCP.

Carlos Manuel Vieira Lopes
47 anos, Empregado de escritório - Independente.

Sara Serra das Neves
21 anos, Estudante - Independente.

Luís Fernando Lopes Silva Forte
57 anos, Médico - PCP.

Luís Marques das Neves
55 anos, Professor do ensino secundário -  PCP.

Isabel Maria Barreto Espada da Silva Lourenço
70 anos, reformada - PCP.

Susana Maria Ferreira da Silva
42 anos, Empregada de balcão - Independente.

Ricardo Alexandre Barreto Espada da Silva Lourenço
46 anos, Operador de Posto de Abastecimento - Independente.

Maria Olívia Rodrigues Baptista Galamba de Oliveira
69 anos, Reformada - Independente.

Brígida Andreia Costa Batista
35 anos, Técnica Superior Engenheira Biotecnológica - Independente.

Candidatos suplentes
Alexandre Lopes de Castro, Independente.
Dulce Manuela da Silva David Bogado, PCP.
Francisco Batista Pereira, PCP.
Paulo Manuel Fernandes Antunes Paisana, Independente.
Celestina Maria da Silva Costa, Independente.

por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:43:46

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Seiça

Candidatos efectivos

Maria Gracelinda Pinheiro Marques
69 anos, Professora do ensino secundário - PCP.

Marli Cristiana Martins Rodrigues
28 anos, Desempregada - Independente.

Paulo Jorge Vieira de Almeida
46 anos, Motorista de Transportes Públicos - PCP.

Sílvia Patrícia de Oliveira Faria Duque Alves
41 anos,  Assistente Técnica - Independente.

José Joaquim da Silva e Sousa
53 anos, Ferroviário - PCP.

Hélder Luís Ferraz
24 anos, Desempregado - Independente.

Maria Helena de Oliveira Sales Martins de Carvalho
81 anos, reformada - PCP.

Pedro Miguel Lains Baptista Galamba de Oliveira
45 anos, Serralheiro - PCP.

Manuel Joaquim Brás
83 anos, Operário Agrícola (reformado) - PCP.

Candidatos suplentes
Alice Maria Ramos Figueiras, PCP.
António José Domingos, PCP.
Américo Isidorinho Rosado, PCP.

por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:34:19

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Fátima

Candidatos efectivos

Maria Helena Cardinali da Silva
55 anos, Funcionária de Hotelaria - PCP.

António Manuel Afonso do Nascimento
51 anos, Ferroviário - PCP.

Tiago Fontes de Melo Pereira
23 anos, Estudante - PCP.

Tânia Cristina Marques Pereira
31 anos, Comerciante - Independente.

Arlindo Matias Ferraz
46 anos, Comerciante - PCP.

Luísa Maria Mendes Freire
59 anos, Secretária - PCP.

Catarina Freire Monteiro
28 anos, Estudante - Independente.

Gualter Pereira Laranjeiro
38 anos, Empregado de Armazém - Independente.

Luís Filipe Ribeiro Mendes
29 anos, Fogueiro - Independente.

Paula Cristina Sousa Ferreira
40 anos, Empregada de Mesa - Independente.

José Bento
81 anos, Reformado - PCP.

Carlos Manuel Carreira Henriques
38 anos, Empregado de Mesa - Independente.

Inês Carreira
26 anos, Ajudante de Cozinha - Independente.

Candidatos suplentes
Maria Arlinda Teixeira Ribeiro Vieira, Independente.
Dionísio Adriano Marinho Torralvo, Independente.
Marco Paulo Aleixo Miguel, Independente.
Brites da Silva Parreira Aleixo, Independente.
Maria Manuela Marques da Silva Batista Costa, Independente.
Ernesto de Oliveira Gonçalves, Independente.


por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:34:05

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia de Nª Srª das Misericórdias

Candidatos efectivos
Inácio Campos Ferro
73 anos, Carregador de Fogo (Reformado) - PCP.

Álvaro dos Santos Reis
75 anos, reformado - PCP.

Catarina Alexandra Penim de Oliveira
36 anos, Explicadora - Independente.


Luís Filipe Reis Costa
31 anos, Técnico Superior de Relações públicas - Independente.

Gonçalo Morais Ribeiro
47 anos, desempregado - Independente.

Maria de Lurdes Ferreira Gonçalves
74 anos, Aposentada - Independente.

António Joaquim Pereira Galamba de Oliveira
73 anos, Reformado - PCP.

Joaquim da Nazaré Mota Pereira
85 anos, Reformado - Independente.

Maria Dias Nazaré
78 anos, Reformada - PCP.

Tiago Henrique Lains Baptista Galamba de Oliveira
42 anos, Serralheiro de PVC - PCP. 

Candidatos suplentes
Filipe André dos Reis Vieira, PCP.
Lucinda de Jesus Ferreira, PCP.
Armando Paulino de Oliveira, PCP.

por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:33:52

Lista de Candidatos à Câmara Municipal de Ourém

Candidatos efectivos

Sérgio José Ferreira Ribeiro
81 anos, Economista (reformado) - PCP.

Luís Marques das Neves
55 anos, Professor do ensino secundário -  PCP.

Maria Helena Cardinali da Silva
55 anos, Funcionária de Hotelaria - PCP.

Tiago Fontes de Melo Pereira
23 anos, Estudante - PCP.

Gonçalo Morais Ribeiro
47 anos, desempregado - Independente.

Isabel Maria Barreto Espada da Silva Lourenço
70 anos, reformada - PCP.

Luís Filipe Reis Costa
31 anos, Técnico Superior de Relações públicas - Independente.

Candidatos suplentes
Alexandre Lopes de Castro, Independente.
Maria Olívia Rodrigues Baptista Galamba de Oliveira, Independente.
Luís Fernando Lopes Silva Forte, PCP.

por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:33:31

Lista de candidatos para a Assembleia Municipal de Ourém

Candidatos efectivos



Brígida Andreia Costa Batista
35 anos, Técnica Superior Engenheira Biotecnológica - Independente.

Sérgio José Ferreira Ribeiro
81 anos, Economista (reformado) - PCP.

João Filipe Mendes de Oliveira
50 anos, Professor ensino secundário - Independente.

Isabel Maria Barreto Espada da Silva Lourenço
70 anos, reformada - PCP.

Ivan Miguel Graça Frias
31 anos, Engenheiro Informático - Independente.

Luís Filipe Reis Costa
31 anos, Técnico Superior de Relações públicas - Independente.

Maria Gracelinda Pinheiro Marques
69 anos, Professora do ensino secundário - PCP.

Marco Aurélio Fonseca Jacinto
41 anos, Técnico de análises clínicas e saúde pública - PCP.

Francisco Pereira Coelho
72 anos, Sociólogo / Advogado - PCP.
                                                                                                                               
Maria José Dias Rodrigues
70 anos, Filóloga (reformada) - Independente.

António Sérgio Lains Baptista Galamba de Oliveira
36 anos, Antropólogo -PCP.

Joana Filipa Averina da Silva Forte
25 anos, Médica - Independente.

Tiago Henrique Lains Baptista Galamba de Oliveira
42 anos, Serralheiro de PVC - PCP.

Luís Fernando Lopes Silva Forte
57 anos, Médico - PCP.

Catarina Alexandra Penim de Oliveira
36 anos, Explicadora - Independente.

Álvaro dos Santos Reis
75 anos, reformado - PCP.

António Manuel Afonso do Nascimento
51 anos, Ferroviário - PCP.

Tânia Cristina Marques Pereira
31 anos, Comerciante - Independente.

Ricardo Alexandre Barreto Espada da Silva Lourenço
46 anos, Operador de Posto de Abastecimento - Independente.

Susana Maria Ferreira da Silva
42 anos, Empregada de balcão - Independente.

António Joaquim Pereira Galamba de Oliveira
73 anos, Reformado - PCP.


Candidatos suplentes
André Luís da Graça Antunes, Independente.
Marília Costa Pedro, Independente
Sara Serra das Neves, Independente.
Armando Pereira Coelho, PCP.
Filipe André dos Reis Vieira, PCP.
Luísa Maria Mendes Freire, PCP.
Luís Marques das Neves, PCP.
Arlindo Matias Ferraz, PCP.
Maria de Lurdes Ferreira Gonçalves, Independente.

por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:33:19

Lista de candidatos para a Assembleia de Freguesia da Atouguia

Candidatos efectivos

Maria José Dias Rodrigues
70 anos, Filóloga (reformada) - Independente.

Armando Pereira Coelho
64 anos, Reformado - PCP.

Cláudio Adriano Reis dos Santos Silva
44 anos, Empregado de balcão - Independente.

Maria Fátima dos Reis Ferreira Gil
55 anos, Professora do ensino secundário - PEV.

Francisco Pereira Coelho
62 anos, Sociólogo / Advogado - PCP.

António dos Santos Sousa
75 anos, Reformado - Independente.

Maria Odete Matos Rodrigues Pereira
68 anos, Professora do Ensino Superior (aposentada) - Independente.

Nuno Diogo Rodrigues Ribeiro Leite
48 anos, Agricultor - Independente.

Manuel Vieira Gil
55 anos, Bate-Chapas - Independente.


Candidatos suplentes
Maria Antónia Carvalho Azevedo Castro, PCP.
Sérgio José Ferreira Ribeiro, PCP.
Rui Filipe das Neves Silva, PCP.




por Luís Neves ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 16:31:56

Anónimo Sec. XXI

Venezuela

 - Edição Nº2281  -  17-8-2017

A questão do Estado é a questão central de qualquer revolução
Venezuela, a questão central do poder

A violência da campanha contra a Venezuela bolivariana e a não menos violenta onda de anticomunismo vomitada contra o PCP só é explicável porque o que está em jogo é o destino de um processo revolucionário. A extraordinária agudização da luta que opõe as forças reaccionárias e o imperialismo às forças que defendem as conquistas alcançadas desde a histórica vitória de Hugo Chávez nas eleições presidenciais de 1998 não é apenas em torno da orientação política do poder, mas em torno do próprio poder, seu conteúdo económico e social e natureza de classe.
A questão do Estado é a questão central de qualquer revolução e na Venezuela o que tem estado em desenvolvimento com a aprovação da Constituição bolivariana que consagra uma orientação popular, anti-oligárquica e anti-imperialista é um original processo de transformações revolucionárias que já se traduziram em grandes avanços e conquistas democráticas, mas cuja defesa e consolidação exigem – como aliás prevê a própria Constituição – que o sistema de poder supere os métodos, ainda predominantes, da democracia formal burguesa e se aprofunde a componente participativa da democracia, de modo a enraizar o Estado nas massas trabalhadoras da cidade e do campo e a colocá-lo ao abrigo da demagogia, da sabotagem e da provocação, sempre prontas a aproveitar-se de factores conjunturais adversos para inverter e destruir o processo bolivariano .
Que não haja qualquer dúvida. O que faz correr tão agressivamente a «oposição» interna, o imperialismo norte-americano (e europeu) e a reacção latino-americana, não é a «democracia» nem os «direitos humanos», e muito menos o respeito pela Constituição bolivariana a que aliás sempre se opuseram. O ensurdecedor coro montado no plano internacional contra a Assembleia Nacional Constituinte – do qual, lamentavelmente, seguindo a posição hostil da União Europeia, participa o Governo português – mostra que é realmente a natureza de classe do poder que está em causa e que a reacção e o imperialismo estão dispostos a tudo para atingir os seus objectivos contra-revolucionários. Não é por acaso que tal coro esconde que a própria Constituição de 1999 prevê o seu aperfeiçoamento no interesse do aprofundamento do carácter popular e soberano do processo bolivariano. O que significa que a resposta do governo da Venezuela à ofensiva contra-revolucionária é não só legítima como inteiramente constitucional. Em qualquer caso, é bem sabido que uma revolução que se não defenda com todas as armas ao seu dispor é uma revolução perdida. A revolução bolivariana defende-se e tem ao seu lado os comunistas portugueses. O PCP não hesita em questões de princípio. Nenhuma campanha fará o PCP vacilar na sua posição internacionalista.
Apesar de frustrada no imediato, a ofensiva contra-revolucionária que desde Abril já provocou mais de cem mortos não terminou. A brutal ameaça de intervenção militar dos EUA, sem precedentes na história da Venezuela, mostra que a solidariedade com o processo revolucionário bolivariano tem de continuar.


Albano Nunes

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 19 de Agosto, 2017 00:10:18

Agosto 18, 2017

Anónimo Sec. XXI

SNS - as conquistas sociais e o seu aproveitamento


_________________________________________________________32% das camas de internamento estão em hospitais privados

Privados crescem à boleia 

de cortes na Saúde


As unidades de saúde privadas cresceram na última década à sombra dos cortes no Serviço Nacional de Saúde. Em entrevista ao DN, o presidente da associação do sector revelou que os privados já têm 32% das camas de internamento.  

http://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/imgonline-com-ua-resize-dqvprkyhpp.jpg?itok=_1MBspFt

[O Hospital da Luz, em Lisboa, é a principal unidade de saúde do grupo Luz Saúde (ex-Espírito Santo Saúde), propriedade do grupo mexicano Angeles]Óscar Gaspar, antigo dirigente do PS e secretário de Estado da Saúde, revelou que as unidades privadas de saúde têm 11 mil camas de internamento, o que corresponde a 32% do total. O actual presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) defende ainda a manutenção das parcerias público-privado nos hospitais de Braga e Cascais, mas também de novas unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que venham a ser construídas, como o hospital de Lisboa Oriental.
O sector privado da Saúde aproveitou a última década de cortes nos serviços públicos, nomeadamente no SNS, para crescer. As transferências do Orçamento do Estado para o SNS em 2015 ficaram praticamente ao nível de 2005: de acordo com o relatório e contas do SNS, foram cerca de 7,8 mil milhões de euros – menos do que Portugal tem vindo a pagar anualmente em juros da dívida nos últimos anos.
O aproveitamento dos grupos privados da Saúde fica ainda mais claro quando Óscar Gaspar fala ao Diário de Notícias sobre os locais onde estão previstos investimentos de 500 milhões de euros nos próximos três anos. Para além das regiões autónomas, onde os hospitais privados já são mais numerosos que os públicos, a aposta passa por regiões onde existem carências na oferta pública, seja no interior ou na periferia dos grandes centros urbanos.
Em Almada, onde o Hospital Garcia de Orta sofre com os sucessivos adiamentos da construção de um hospital público no concelho vizinho do Seixal, abriram recentemente duas unidades de dois grupos privados distintos.
------------------------------------------------------

um minar continuado 
de décadas de governação cúmplice PS/PSD/CDS 
contra direitos constitucionais 
em favor dos negócios que exploram conquistas sociais 
(e socialistas no sentido ideológico do vocábulo!) 

por Sérgio Ribeiro (norepl[email protected]) em 18 de Agosto, 2017 11:47:30

Agosto 17, 2017

Anónimo Sec. XXI

Como o "cartoonista" privativo viu um discurso - 2


 o discursador apresentou os 1ºs de cada uma das listas a que a CDU concorre






porque será que meteu ali um V?
porque "joga em casa"?

de Caxarias fala sempre 
do 1º emprego 
e de ter sido "rei do tango"









de Fátima tem muita coisa para dizer... mas disse pouco.
há segredos para depois das eleições!

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 17 de Agosto, 2017 18:37:36

Como o "cartoonista" privativo viu um discurso - 1




servindo-se de plasticina de brincar da neta do discursador (e filha dele) e da sua máquina fotográfica












num almoço de convívio e apresentação de candidatos
passo a passo, até as barbas ficarem brancas












segue
(a doses de 4)

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 17 de Agosto, 2017 00:18:44

Agosto 14, 2017

Albergue dos Danados

Escala de Darwin, viii. A devastação é um passo no sentido do futuro. Segismundo.

por _ ([email protected]) em 14 de Agosto, 2017 12:00:21

Agosto 13, 2017

Agosto 11, 2017

CDU por Ourem

Intervenção de BRÍGIDA BATISTA no almoço de apresentação


Saudações a todos os amigos presentes neste almoço de apresentação de candidatos da CDU Ourém aos órgãos autárquicos, que no dia 1 de Outubro vão a eleições.
Desde 2001 que integro as listas da CDU em Ourém, como independente (na altura tinha 20 anos), lembro-me de preencher as certidões para as listas desse ano, que me chegaram pelas mãos da Margarida, lembro-me também da honra que senti ao fazer parte do projeto democrático e unitário, que trabalha ao serviço das populações e não de interesses menores.
A CDU é diferente! Essa diferença encontra-se na diversidade de todos os que participam deste projeto, encontra-se na vontade de cada um dar o melhor de si em defesa dos interesses da comunidade, todos os dias do ano, mesmo estando em minoria, como acontece em Ourém, que conta com a CDU desde 1976 e que há 18 anos tem lugar na assembleia Municipal.
Há 18 anos que a CDU elege um representante para a assembleia Municipal, a Margarida, o João Filipe e o nosso Amigo Sérgio Ribeiro, foram e são as vozes que “insistem e chamam a atenção para os problemas do Concelho de Ourém”, são a voz da diferença, apresentam propostas concretas, algumas delas aprovadas (apesar da inferioridade numérica), a ultima foi na sessão de Fevereiro deste ano, sobre descentralização administrativa, “como condição essencial para o desenvolvimento local e regional”.
Este ano, o Sérgio Ribeiro decidiu dar lugar a uma pessoa mais nova, para dar continuidade ao trabalho da CDU na assembleia municipal. Foi com surpresa que recebi através dele, o convite da CDU, para me candidatar ao lugar que atualmente ocupa, de imediato fui tomada por um turbilhão de emoções e duvidas, que apos uma conversa (que vai ficar para sempre na minha memoria) decidi aceitar ser candidata à assembleia municipal de Ourém, pela CDU.
Agradeço a confiança que os camaradas da CDU Ourém depositaram em mim e prometo assumir os valores do trabalho, honestidade e competência, que são muito mais do que um slogan, são o lema da minha vida pessoal, profissional e agora nesta nobre tarefa ao serviço da população Oureense. Não me candidato sozinha, candidato-me com uma equipa de peso (Sérgio, João Filipe, Isabel, Ivan, Tiago e muitos mais) formada por candidatos do PCP-PEV e independentes, uma equipa que há mais de 40 anos se dedica totalmente ao Concelho de Ourém, aos interesses dos seus trabalhadores e do seu povo.
Conto com o vosso apoio para dar continuidade a este projeto diferente!
Obrigado
Brígida Batista

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 11 de Agosto, 2017 14:01:51

Agosto 10, 2017

CDU por Ourem

Da importância da nossa diferença e da nossa presença

São todos iguais – dizem alguns. E nós olhamo-los de olhar aberto e respondemos-lhes que não é assim.

- Se lá estivessem faziam o mesmo que eles! Todos querem é tacho!

Se lhes dizemos que connosco ninguém ganha um tostão em proveito próprio, recusam acreditar. Se lhes falamos da nossa ação a nível local, afirmam não ter ouvido falar. Se lhes lembramos a nossa história, as nossas ideias e os nossos ideais, respondem-nos que não querem nada com política.

Mas na hora de votar irá o medo da mudança levá-los a votar nos mesmos de sempre, nos iguais? No fundo, sabem que uma vitória da CDU os obrigará a experimentar a política em que nunca quiseram acreditar.

Vá lá! Se não nos têm como melhores, tenham-nos ao menos como piores mas não iguais e acordem para a pequeníssima diferença de nunca dizermos “eu”, dizermos “nós”.

Pode custar a aceitar, mas somos diferentes, sim! E é a importância da nossa diferença que moverá os que votarem em “nós”.

Pode custar a reconhecer a importância da nossa presença mas os que representamos sabem bem que não traímos as nossas ideias, nem os nossos ideais, que a nossa coerência é inabalável e que na hora de enfrentar a arrogância dos poderosos é connosco que vêm ter.

Temos tido apenas um eleito na assembleia municipal e muita gente admite que a sua intervenção valha por uns tantos dos outros, talvez até os pares das outras bancadas reconheçam, em privado, o seu valor.

Talvez, lá no fundo, todos reconheçam que a presença da CDU nos órgãos autárquicos do concelho de Ourém é importante e, talvez, também tenham vindo a aprender que se elegem representantes e não apenas o Pedro ou o João das rotundas.

Por isso é de esperar que, desta vez, a CDU Por Ourém não tenha só um eleito mas alguns mais, diferentes e presentes entre aqueles que, por serem iguais, podem com ligeireza mudar ano após ano de força política e de cartaz.   


Mais força à CDU e que não fiquem dúvidas: também Estamos preparados para ganhar!

por Luís Neves ([email protected]) em 10 de Agosto, 2017 11:29:03

Agosto 07, 2017

Anónimo Sec. XXI

NUNCA MAIS!

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Lembrando Hiroxima e Nagasaki, 
em Almada exigiu-se o desarmamento nuclear

7 DE AGOSTO DE 2017

Por iniciativa do Movimento Municípios pela Paz, da Câmara Municipal de Almada e do CPPC, realizou-se este domingo, em Almada, uma acção que visou assinalar o 72.º aniversário do bombardeamento nuclear de Hiroxima e Nagasaki, e exigir o desarmamento nuclear.

O presidente da Câmara do Seixal (que coordena o Movimento Municípios pela Paz) interveio junto ao mural em defesa da paz executado pelo Colectivo Aleutas, em Almada. 6 de Agosto de 2017
Na iniciativa, que decorreu no Jardim do Rio e contou com actividades lúdico-pedagógicas sobre a paz, oficinas de arte urbana e a inauguração de uma pintura mural alusiva à paz da autoria do Colectivo Aleutas, o momento protocolar esteve a cargo dos presidentes das entidades promotoras: Joaquim Judas, pelo município anfitrião; Joaquim Santos, pela Câmara Municipal do Seixal; e Ilda Figueiredo, pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
Municípios pela Paz
O Movimento Municípios pela Paz surgiu no Seixal, a 29 de Outubro de 2016, como resultado de uma iniciativa conjunta do município seixalense e do CPPC, que teve como objectivo «ampliar a actividade que se desenvolve no plano municipal na promoção da paz, designadamente na educação, na cultura e no desporto para a paz».
Os 14 municípios ali representados «acordaram um conjunto de compromissos pela paz, destacando-se a decisão de promover um calendário de iniciativas públicas» como a que este domingo teve lugar em Almada para assinalar os bombardeamentos nucleares de Hiroxima e Nagasaki, informam o CPPC e a Câmara Municipal do Seixal nas respectivas páginas.
«Hiroxima e Nagasaki nunca mais!»
Num comunicado emitido a propósito do 72.º aniversário dos «criminosos bombardeamentos nucleares dos EUA sobre Hiroxima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945», em que evoca «as centenas de milhares de mortos e os que desde então sofrem os efeitos da radiação», o CPPC afirma que «é mais premente do que nunca a exigência da abolição de todas as armas nucleares no mundo». Uma exigência «que assume um carácter de urgência e de defesa da própria humanidade», sabendo-se que «a potência das bombas nucleares hoje existentes é várias vezes superior às utilizadas sobre as cidades japonesas e que os actuais arsenais saldam-se em cerca de 15 mil ogivas (1800 das quais em estado de alerta máximo)».
No documento, o CPPC sublinha a gravidade da situação no momento em que «se acentua a tensão e sobe de tom a corrida aos armamentos, o militarismo, o intervencionismo e a guerra», salientando, neste espectro, a acção «particularmente grave» dos EUA, que gastam com o seu arsenal nuclear mais do que todos os outros países juntos e que sozinhos assumem mais de um terço do total das despesas mundiais com armamento.

Valorizando a adopção por 122 países, no dia 7 de Julho, de um Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, pela conferência das Nações Unidas – pese embora a não participação das potências nucleares e da generalidade dos membros da NATO (incluindo o Governo português) –, o CPPC apela à mobilização em torno da «abolição de todas as armas nucleares e de destruição massiva», do «desarmamento geral e controlado», da «rejeição da instalação do sistema anti-míssil dos EUA/NATO e do fim das bases militares estrangeiras», bem como da «defesa dos princípios da Carta das Nações Unidas em prol da paz, da soberania dos Estados e da igualdade de direitos dos povos».

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 07 de Agosto, 2017 23:59:36

Albergue dos Danados

melancolia zündapp# liv. o amor é assunto de navalha. Edgar da Virgínia.

por _ ([email protected]) em 07 de Agosto, 2017 12:00:05

Agosto 04, 2017

Agosto 02, 2017

Julho 31, 2017

Anónimo Sec. XXI

VENEZUELA - OUTRA INFORMAÇÃO

INTERNACIONAL|VENEZUELA

abrilabril

Processo constituinte avança 

com mais de 8 milhões de votos

Mais de oito milhões de pessoas votaram, este domingo, 
nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte (ANC), 
representando uma taxa de participação de 41,53%. 
Nicolás Maduro sublinhou a grande «legitimidade popular»
lograda pelo órgão constituinte.
http://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/mg_21491501439585.jpg?itok=fffxIJ5p
A participação nas eleições para a ANC foi revelada ontem à noite por Tibisay Lucena, presidente do Poder Eleitoral venezuelano, que divulgou alguns dos nomes dos 364 eleitos a nível territorial, e referindo que os resultados a nível sectorial – são eleitos 173 de 2574 candidatos – ainda não estavam fechados.
Falando na sede central do Conselho Nacional Eleitoral, em Caracas, Lucena disse que «o balanço é extremamente positivo porque ganhou a paz e, quando ganha a paz, ganha a Venezuela», informa a TeleSur.
Lucena saudou o povo venezuelano por «esta maravilhosa participação», apesar da violência e das ameaças, e saudou também aqueles que, «não tendo ido votar, recusaram a violência, participando de forma passiva, sem violência, num quadro democrático».

Chavismo: maior votação em 18 anos

Depois do anúncio feito por Lucena, o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, falou para alguns milhares de pessoas reunidas na Praça Bolívar, na capital, salientado a «grande legitimidade popular» que assiste à ANC. «Tem a força da legitimidade, a força moral de um povo que, de maneira heróica, em condições de guerra, foi votar e dizer: queremos paz, tranquilidade», disse.
Maduro congratulou-se com o facto de o chavismo ter alcançado a maior votação dos últimos 18 anos e enalteceu a «lição de coragem e valentia» dada pelo «bravo povo». «O que vimos hoje é admirável», frisou.
O chefe de Estado revelou ainda que uma delegação do governo, liderada por Delcy Rodríguez, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros, manteve reuniões ao longo de várias semanas com dirigentes da oposição, para que esta participasse no processo constituinte. Maduro chegou inclusive a propor-lhes o adiamento das eleições por um período de duas semanas para que se pudessem inscrever e fazer campanha, mas os dirigentes da oposição acabaram por recusar – atitude que o presidente da República classificou como cobarde, indica a Alba Ciudad.

Milhares votaram no Poliedro de Caracas

Ao longo do dia, muitos milhares de pessoas que não puderam votar em diversos locais da Área Metropolitana de Caracas, sobretudo na sua zona mais oriental, devido às acções de violência que ali têm ocorrido com frequência e às ameaças que sofreram por parte da extrema-direita, conseguiram exercer o seu direito ao voto num local de recurso de grandes dimensões que o CNE instalou no Poliedro de Caracas.
Deste modo, ficou bem patente que, também nas zonas mais orientais de Caracas, o apoio foi grande à Assembleia Nacional Constituinte, num processo que visa, entre outros aspectos, fortalecer a soberania e a independência da Venezuela; garantir a paz e o diálogo, face à violência da oposição de direita; ultrapassar o sistema rentista do petróleo; dar poder constitucional às comunas; proteger e ampliar as conquistas consagradas na Constituição de 1999.

GNB assassinado e ataques a 200 locais de voto

Vladimir Padrino López, ministro venezuelano da Defesa, numa conferência de imprensa em que também esteve presente o ministro do Interior, Néstor Reverol, saudou o povo venezuelano pela participação nas eleições deste domingo, que «têm como objectivo reafirmar a nossa independência», num contexto em que o imperialismo e os seus «lacaios» – também mediáticos – «atacaram duramente a Venezuela», afirmou.
Padrino López disse ter conhecimento de um grande número de ataques a sedes do CNE, incluindo a central, bem como a 200 locais de voto. Lamentou, ainda, o assassinato de um sargento da Guarda Nacional Bolivariana em La Grita, no estado de Táchira.
Por seu lado, Néstor Reverol destacou o trabalho dos 146 mil homens e mulheres das forças policiais e de segurança do Estado no processo eleitoral, contribuindo para que as acções de violência fossem neutralizadas de forma imediata, informa a Alba Ciudad.
Classificou como «acção terrorista» o ataque com explosivos, em Altamira, a agentes da Guarda Nacional Bolivariana, oito dos quais ficaram com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau, e revelou que, em todo o território venezuelano, 21 agentes foram feridos com armas de fogo. Todos estes casos estão a ser investigados pelo Ministério Público.

Solidariedade com a Venezuela Bolivariana

Por iniciativa do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), organizações que integram o Conselho Mundial da Paz «convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana», subscrevendo um texto que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao presidente e ao governo da República Bolivariana da Venezuela.
Nele se repudiam «as acções de ingerência, guerra económica e agressão» contra o país caribenho e o seu povo; se condenam «os actos criminosos de extrema violência perpetrados por grupos terroristas contra o povo venezuelano e a sua liberdade, segurança e bem-estar»; e se expressa «a solidariedade às forças patrióticas, democráticas, progressistas, anti-imperialistas venezuelanas, nomeadamente ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI), que defendem os direitos, interesses e aspirações do povo venezuelano e a independência da sua pátria – a República Bolivariana da Venezuela – e a sua Constituição».

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 31 de Julho, 2017 17:59:04

Albergue dos Danados

Escala de Andrade, i. Independentemente da relação qualidade-preço, antes a antropofagia do que a eucaristia. Segismundo.

por _ ([email protected]) em 31 de Julho, 2017 12:00:25

Julho 30, 2017

Julho 28, 2017

CDU por Ourem

Cenas da vida em alterne

Fui apanhado à beira de uma algazarra entre gente pêpêdê (isto é, ferrenhos do Partido Social Democrata "à antiga") e gente social-democrata (isto é, secretários "com futuro" do Partido Socialista), à semelhança de outras algazarras sobre outros pretextos entre gentes de iguais condições. Pareceram-me mesmo personagens da "má vida" (e pior consciência) em zaragata, a fazerem, alternadamente, o papel de virgens! 

por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 28 de Julho, 2017 19:19:03

Julho 27, 2017

Julho 26, 2017

Anónimo Sec. XXI

Espante-se?!

De Expresso-curto (há pouco):

“(…)
Só que Mação é, precisamente, um caso de estudo de prevenção e meios de combate. Sim, leu bem. O Expresso republicou online hoje ao meio-dia um trabalho publicado há um mês no semanário, precisamente sobre Mação. E precisamente para mostrar como, mesmo seguindo as melhores práticas e investindo em meios de prevenção e combate, há um obstáculo inultrapassável: o ordenamento de território. Ou a falta dele.

(…)”

(Espante-se: Mação é um bom caso de estudo 
- e isso revela os problemas mais profundos)

Mas há quantos anos/décadas
há quem afirme isto mesmo?
S.R.


por Sérgio Ribeiro ([email protected]) em 26 de Julho, 2017 16:38:03

Julho 25, 2017

OuremReal

O ultimato

Uff, foi por pouco! Quando ouvi o sr deputado do psd, Hugo Soares, dar o ultimato ao governo para apresentar a lista das vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande em 24 horas, receei o pior!

Primeiro, porque o 1.º ministro António Costa não iria apresentar lista nenhuma pela simples razão de que não lhe competia fazê-lo.

Segundo, porque o ar ameaçador do sr deputado fazia crer que a coisa era séria e, vinda de quem vinha…o desfecho podia ser “gravíssimo”.

Pelo sim, pelo não, fui para o abrigo subterrâneo, levei comigo a minha fifi, uma cadela que tem medo dos foguetes, e só de lá saí quando vi a lista publicada pela PGR. Nesta coisa de ameaças o melhor é levar tudo a sério, não vá o diabo tecê-las! (O presidente Trump ainda não se convenceu que um dia destes o sr Kim Jong Un lhe dá cabo do Hawai…mas…se bem calha, quando acordar já é tarde…!).

Voltando ao ultimato. Felizmente houve bom senso e evitou-se uma “catástrofe” de consequências imprevisíveis. A PGR divulgou a lista que, por sinal, e para desgosto de algumas pessoas, tinha os mesmos nomes que já eram conhecidos – 64 – podendo esse número ser alterado, como também já se sabia, depois de concluídos os processos referentes a dois casos. A tal empresária que resolveu fazer pesquisa por conta própria (há quem diga que foi por conta de mais alguém) afinal também falhou nos seus objetivos! Há, até, quem lhe sugira que o melhor que faz é ir cuidar da sua empresa que, ao que se diz, tem alguns problemas para resolver!

Ao que parece, foi por água abaixo, a teoria da lista secreta do governo para ocultar propósitos obscuros, (vá lá saber-se quais!) e o tema do momento ficou um pouco arrefecido, o que não significa esquecido, porque o sr deputado, seus pares e afins logo discorrem outro qualquer para entreter as hostes e dar assunto à sua comunicação social, aos comentadores, opinadores e por aí adiante.

Entretanto…

Com a divulgação da lista, ou sem ela, a infelicidade das pessoas não se alterou. As suas carências não foram resolvidas, os problemas continuam para quem perdeu familiares, as casas, as culturas, os haveres. Esta é que é a questão sobre a qual vale a pena falar! É urgente passar à ação! Ações concretas! Que se vejam! Deixem-se de conversas da treta! TODOS!

 

O.C.

por ouremreal em 25 de Julho, 2017 23:11:00

Julho 24, 2017

Albergue dos Danados

errata d’helder, xxviii. página setenta e cinco, linha treze, onde se lê ubiquidade deve ler-se ambiguidade. Edgar da Virgínia.

por _ ([email protected]) em 24 de Julho, 2017 12:00:19

Julho 20, 2017